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27 de ago. de 2013
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E-commerce: quais são os países mais avançados?

Publicado em
27 de ago. de 2013

O Reino Unido continua sendo o mercado mais avançado no mundo, no que diz respeito ao comércio eletrônico. Uma análise baseada em 13 critérios, dentre os quais o parque tecnológico, traz os Estados Unidos, a Alemanha e a França nas posições seguintes da classificação.


“O Reino Unido está na 1ª posição, logo à frente dos Estados Unidos, não só devido a seu volume elevado de vendas on-line por habitante, à parte significativa do mercado de e-commerce e ao total das vendas do comércio varejista, mas também à sua abertura a novos modelos de comércio eletrônico e às redes sociais”, aponta a Cushman & Wakefield, consultoria responsável pelo estudo.

Na Ilha Britânica, a importância que os comércio físicos ganham ao serem lançados no e-commerce também é um trunfo. “O comércio físico é um mercado cujo tamanho significativo também contribuiu muito para esta classificação. Por outro lado, é preciso observar que foi no Reino Unido que parte do mercado do comércio físico cresceu significativamente mais entre 2007 e 2012”.

Por sua vez, França e Alemanha vão ter de disputar, dentro de pouco tempo, sua posição com mercados em crescimento. A exemplo da Ásia em sua totalidade, o Império do Meio vê o e-commerce apoiado por uma ampla utilização do m-commerce. O que permite à Malásia, tanto por seu parque tecnológico como por seu potencial de consumo, figurar dentre os possíveis futuros grandes nomes do setor.


Na Europa, é naturalmente a Rússia que deve, dentro de pouco tempo, reivindicar um papel-chave no cenário do e-commerce. Crescimento que deve, entretanto, se contrapor às insuficiências nas infraestruturas ferroviárias, as quais devem provocar, por um determinado período, os atrasos das entregas a serem realizadas. Pelo contrário, a boa infraestrutura dos Emirados Árabes Unidos deve permitir-lhes passar a desempenhar um papel importante na região, graças também a seu território. Por sua vez, a Turquia deve, assim como a China, assistir ao desenvolvimento de um mercado multifacetado.

Porém a Cushman & Wakefield também estende sua análise à área legal. Apoiado por um crescimento mundial médio de 18%, contra 1,3% para os outros canais, O e-commerce pode ter sua taxação ampliada. A princípio, nos Estados Unidos, onde Washington estuda a possibilidade de aplicar taxas de acordo com o Estado onde se encontra o comprador. Medida que alinharia a taxação sobre as vendas on-line com a do varejo clássico. Vontade presente na França há vários anos desde as tentativas de adoção da chamada taxa “Google”.

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