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18 de jan. de 2011
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Couromoda: empresas otimistas com as exportações

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Publicado em
18 de jan. de 2011

COUROMODAA 38ª edição da Couromoda abre em clima otimista com empresários esperando um aquecimento de até 10% em relação as vendas efetuadas durante a feira do ano passado. As empresas que atuam com exportação acreditam que apesar do câmbio desfavorável, os negócios serão positivos, tendo em vista os agendamentos prévios com clientes que visitarão o evento.

A indústria de calçados masculinos Pegada, de Dois Irmãos/RS, já exporta para 40 países e está com agendamento de inúmeros clientes vindos do exterior. “As vendas continuam aquecidas, principalmente no mercado interno, mas apesar do momento não ser dos melhores para as exportações a visita desses clientes internacionais é uma importante oportunidade de estreitar laços e negociar” ressalta o diretor Astor Reinaldo Ranft. Ele revela que serão apresentadas sete novas linhas de produtos somando mais de mil opções de modelos. Ranft acredita que aumento dos negócios no mercado nacional em 10% poderá também ser atingido pelos compradores internacionais.

Essa visão otimista é compartilhada pela empresa Kidy, de Birigui/SP, fabricante de calçados infantis. O diretor Comercial, Sérgio Garcia, acredita no fortalecimento das relações com os clientes do mercado externo. “O cenário para as exportações não está muito favorável para novos negócios, por isso, durante a feira nosso propósito é a manutenção dos clientes já conquistados”, observa. Ele informa que clientes da América Latina, Oriente Médio e Estados Unidos, confirmaram participação no evento. A Kidy estará apresentando 23 linhas com mais de 300 modelos, multicoloridos, seguindo tendências de moda, mas primando pelo conforto dentro das conformidades exigidas para um calçado infantil e aprovadas pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC).

Além do setor calçadista, o de acessórios, também aposta nas exportações. A Palterm, Novo Hamburgo/RS, salienta que durante a Couromoda compradores de países da América Latina e África do Sul para onde já exporta suas palmilhas de adaptação para possibilitar um calce perfeito. O responsável pelo setor de vendas, Júlio César Heltz, explica que a empresa exporta via tradings e aposta que a feira é sempre uma importante oportunidade para ampliar mercados, tanto nacional como internacional.

O setor de bijuterias também procura investir no mercado exportador. De acordo com a representante na Couromoda daempresa Isa Peroblelli, Santo André/SP, Silvia Higa, os visitantes internacionais apreciam muito o design das bijuterias brasileiras, especialmente as pedras semipreciosas. “Trabalhamos com peças finas concebidas para festas, com muita pedraria. Os estrangeiros chegam aqui e querem diversidade, sendo que a vantagem é a venda de pronta-entrega”, informa. A cada ano ela observa que cresce o interesse de compradores de outros países, embora não arrisque determinar um percentual, ela aposta em vendas positivas durante esta edição da Couromoda.

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