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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
9 de set. de 2021
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Vendas do varejo da Ferragamo aproximam-se dos níveis pré-Covid em julho e agosto

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Reuters API
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
9 de set. de 2021

A italiana Salvatore Ferragamo informou na terça-feira (8) que em julho e agosto as suas vendas de varejo ficaram próximas aos níveis registrados antes do coronavírus, após regressar ao lucro operacional no primeiro semestre de 2021, na sequencia de um prejuízo provocado pela pandemia no ano passado.


Salvatore Ferragamo - outono-inverno 2021 - Moda Feminina - Milão - © PixelFormula


"Os meses de julho e agosto continuam a apresentar um sólido crescimento da receita em lojas operadas diretamente nos Estados Unidos, China, Coreia do Sul e América Latina em comparação com o mesmo período de 2019", declarou a empresa em comunicado, não fornecendo nenhuma estimativa para o ano inteiro.
 
A Ferragamo, que foi mais atingida do que a maioria das suas rivais pelas consequências da crise do coronavírus devido à sua elevada exposição aos gastos em viagem, conta com a chegada do antigo CEO da Burberry, Marco Gobbetti, à sua direção no final deste ano para intensificar os esforços de reestruturação, que têm falhado em produzir resultados.

A demissão da CEO Micaela Le Divelec Lemmi entrou em vigor na terça-feira e todos os poderes da administração ordinária serão transferidos para o vice-presidente executivo Michele Norsa antes da chegada de Gobbetti.
 
No primeiro semestre, o lucro operacional subiu para 66 milhões de euros (78,19 milhões de dólares) ante um prejuízo de 72 milhões de euros no mesmo período do ano anterior. As vendas cresceram 46,2% a câmbio constante nos primeiros seis meses, para 524 milhões de euros, informou a empresa em julho. 

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