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26 de out. de 2016
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Under Armour exibe desaceleração das vendas na América do Norte

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Reuters
Publicado em
26 de out. de 2016

O crescimento das vendas da Under Armour, a número 2 americana das roupas desportivas, foi a mais fraca desses 6 últimos anos, em razão de uma desaceleração comercial na América do Norte, seu principal mercado.

Under Armour


A ação da empresa caia 16,2% para 31,77 dólares esta terça-feira, 25 de outubro. A ação perdeu cerca de 20% ao longo dos 12 meses.
 
"Apesar de um bom desempenho global, há alguns sinais que prenunciam que a Under Armour caminha em direção a um período mais difícil. Antes de tudo, em razão de uma desaceleração do crescimento na América do Norte", declarou Carter Harrison, analista na Conlumino.

Mesmo que as vendas líquidas na América do Norte tenham ainda avançado 15,6% no terceiro trimestre encerrado nos fins de setembro, este desempenho é inferior ao patamar de 20% ao qual a empresa habituou a comunidade dos analistas.
 
Em julho passado, a Under Armour havia advertido que suas vendas do 3º trimestre seriam marcadas por uma desaceleração, sobretudo por causa da falência do seu cliente Sports Authority.
 
A margem bruta trimestral caiu de 48,8% para 47,5% por causa das promoções empreendidas para escoar os produtos que normalmente teriam de ser vendidos pela Sports Authority.
 
No entanto, as vendas totais avançaram ainda 22%, chegando a 1.47 bilhão de dólares (4.59 bilhões de reais), graças ao sucesso dos calçados Slingform e Bandit 2, assim como dos vestuários para homens e mulheres.
 
As vendas de vestuários avançaram 18%, indo a 1.02 bilhão de dólares (3.18 bilhões de reais), e aquelas de calçados, 42%, com 279 milhões de dólares (870,22 milhões de reais), graças em especial ao sucesso dos calçados dotados pela estrela da NBA, Stephen Curry.
 
O resultado líquido avançou de 100,5 para 128,2 milhões de dólares. O resultado líquido por ação, por outro lado, passou de 23 para 29 centavos. Os analistas haviam previsto vendas de 1.46 bilhão de dólares e um resultado por ação de 25 centavos, segundo a Thomson Reuters.

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