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TPP 11 abrirá negociações para novos membros em 2019

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
today 20 de jul de 2018
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access_time 2 Minutos
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O Tratado Integral e Progressista de Associação Transpacífico (TTP 11 ou CPTPP nas siglas em Inglês) vai abrir negociações para a adesão de novos países em 2019, informaram os principais negociadores das 11 nações integrantes do tratado.


O tratado contava com a adesão dos Estados Unidos até o presidente Donald Trump anunciar a sua retirada. - Getty Images


Segundo a Notimex, Colômbia, Coréia do Sul, Indonésia, Tailândia, Taiwan, e até mesmo o Reino Unido mostraram interesse em aderir ao acordo. Esses países podem iniciar as negociações quando o tratado entrar em vigor.

A proposta surgiu na reunião que os principais negociadores do acordo realizaram na quinta-feira (19) no resort de Hakone, próximo a Tóquio, no Japão, onde foram avaliados os procedimentos para a plena execução do TPP 11. A primeira reunião dos candidatos que pretendem aderir ao acordo será realizada no Japão, disse Kazuhisa Shibuya, chefe da delegação do país asiático.

O TPP 11, um acordo que contava com a adesão dos Estados Unidos até o presidente Donald Trump anunciar a sua retirada, entrará em vigor 60 dias após pelo menos seis países concluírem os procedimentos internos. Até agora, Japão, México e Cingapura concluíram a ratificação por seus órgãos legislativos, enquanto a Austrália, Nova Zelândia e Vietnã devem fazer o mesmo até o final deste ano. 

Outro país que demonstrou interesse em aderir ao TPP foi o Reino Unido, segundo indicou Liam Fox, ministro do Comércio britânico, na véspera da reunião. O TPP é composto pela Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura e Vietnã.

No caso específico do México, o acordo representa um perigo para várias indústrias nacionais, incluindo a têxtil e a calçadista. De acordo com estudos, após os três primeiros anos de entrada em vigor do TPP 11,  35% dos empregos formais nos setores têxtil e calçadista podem ser perdidos.

Essa perda de empregos em ambas as indústrias resultaria da desvantagem que o México tem com alguns dos membros do tratado, especialmente com o Vietnã e a Malásia, que têm baixos salários nesses setores

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