Tommy Hilfiger e Calvin Klein: crescimento puxado pelo mercado global

Emmanuel Chirico gosta do mundo. Ao menos, o CEO do grupo PVH aprecia a atividade da Tommy Hilfiger e Calvin Klein fora da América do Norte. "Nós continuamos a realizar um desempenho além do nosso plano para 2016, comentou na publicação dos resultados do terceiro trimestre do grupo americano. É puxado em grande parte por nossa forte dinâmica nas atividades internacionais da Tommy Hilfiger e Calvin Klein. Enquanto a nossa atividade de venda no atacado na América do Norte realizou bons desempenhos ao longo do ano, não vimos nenhuma melhora do movimento e do consumo nos outlets e nos destinos turísticos dos Estados Unidos".
 
Há, no entanto, de lembrar que a atividade da Tommy Hilfiger no Brasil é conduzida pela holding de grifes de moda Inbrands.

Tommy Hilfiger em pleno desenvolvimento no mercado internacional. - Tommy Hilfiger

No final, nos três meses encerrados em 30 de novembro, a gigante americana exibe um volume de negócios de 2.244 bilhões de dólares (8.44 bilhões de reais), em alta de 3,7% (+4,4% com taxa de câmbio constante) em relação ao mesmo período do ano passado.

Tanto a Tommy Hilfiger como a Calvin Klein registraram uma alta de mais de 15% em suas vendas no mercado internacional.
 
Por marcas, a Calvin Klein viu seu volume de negócios atingir 891 milhões de dólares (3.350 bilhões de reais) para os três meses, em alta de 9,5% (+10,3% com taxa de câmbio constante). Suas vendas na América do Norte representam cerca de 502 milhões, em alta de 5% (+5,6%), contra 389 milhões, em alta de cerca de 15,8% (+17%¨em taxa de câmbio constante). Seu excedente bruto de exploração (Ebitda) se fixa em 69 milhões, em recuo, por causa de uma reorganização da sua atividade no México, em relação aos 142 milhões realizados no ano passado.
 
A Tommy Hilfiger exibe um volume de negócios de 927 milhões de dólares, exibindo alta de 4,5% (+5,6% com taxa de câmbio constante). Na América do Norte, o período foi particularmente tenso com um volume de negócios em recuo de 7,3% (-7,4%), indo aos 402 milhões de dólares. A atividade internacional torna-se claramente majoritária no negócio da marca com 525 milhões de dólares, com alta de 15,7% (+18,1%) em relação ao ano anterior. Seu Ebitda passa assim de 126 para 116 milhões de dólares.
 
A categoria Heritage Brands vê, por sua vez, suas vendas passarem de 463 para menos de 426 milhões de dólares. Seu Ebitda salta de 26 para 44 milhões de dólares graças ao fim da reorganização da Warnaco.
 
O grupo americano conta com um crescimento do seu volume de negócios anual para 2016 de cerca de 2% (+3% com taxa de câmbio constante).

Traduzido por Anderson Alexandre Da Silva

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