Sonae Sierra regista lucros de 77,7 milhões nos primeiros noves meses do ano

A Sonae Sierra, empresa portuguesa especializada em imobiliário de retalho, divulgou através de um comunicado que nos primeiros nove meses de 2018 o seu resultado líquido se fixou em 77,7 milhões de euros, o que significa que se manteve praticamente inalterado relativamente aos 77,8 milhões registados no período homólogo do ano anterior.

Sonae Sierra
 
Sobre os três primeiros trimestres do ano, a Sonae Sierra explica que os seus centros comerciais se mantiveram “numa trajetória de crescimento”. No portefólio europeu, as vendas dos lojistas subiram 1,3% em termos homólogos, destacando-se a evolução em Espanha e na Roménia, onde se verificou, respetivamente, um crescimento de 9,8% e 7,3%. Números que se explicam, pode ler-se no comunicado, com a aquisição do Area Sur (Espanha), em junho de 2017, e com o desempenho do ParkLake, na Roménia. Já no Brasil, as vendas dos lojistas progrediram 2,4% (em reais).
 
No que diz respeito às rendas, estas cresceram no total 1,7% na Europa numa base comparável, “com um contributo significativo de Portugal e Espanha, mercados onde se registaram crescimentos de 3,9% e de 2,6%, respetivamente”. No Brasil, a evolução foi de 3,1% (em reais).
 
Comparando com o mesmo período de 2017, a taxa de ocupação global do portefólio da Sonae Sierra subiu 0,7 pontos percentuais para 96,3%. Se na Europa a ocupação se manteve estável (97,1%), no Brasil evoluiu de 90,3% para 93,6%.
 
No mesmo documento, a Sonae Sierra revela ainda que o resultado direto subiu 9,7% quando comparado com o mesmo período de 2017, estabelecendo-se nos 49,6 milhões de euros.
 
Já o resultado indireto foi, nos primeiros nove meses de 2018, de 28,1 milhões de euros, um resultado que reflete, diz a empresa, “o impacto positivo do desempenho operacional do portefólio da Sonae Sierra e uma redução marginal das yields do portefólio global”.
 
No mesmo comunicado, a empresa explica que o EBIT das propriedades caiu 0,6% em relação ao período homólogo, situando-se em 64 milhões de euros, refletindo as vendas de ativos na Europa e o efeito negativo da desvalorização do real. Segundo a Sonae Sierra, excluindo este efeito cambial, o EBIT das propriedades teria aumentado 4,2%.
 
Já o EBIT da atividade de prestação de serviços registou uma evolução de 19%, contribuindo assim para um aumento de 2,3% no EBIT total da empresa, que atingiu os 77,5 milhões de euros. 

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