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Publicado em
30 de out. de 2009
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Seis concorrentes levam pela segunda vez o prêmio Moda Brasil

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Terra
Publicado em
30 de out. de 2009

"Eu fui um pouco 'o diabo veste Prada' da moda brasileira." Estas foram algumas das palavras que a jornalista Regina Guerreiro disse durante a segunda edição do Prêmio Moda Brasil, idealizado por Tininha Kós e José Mauricio Machline, nesta quarta-feira à noite na Casa Fasano, em São Paulo.


Regina Guerreiro, a homenageada da noite, ao lado de Fernando Loza


Ela se referiu à personagem Miranda Priestly do livro, que por sua vez foi inspirada na diretora da Vogue America, Anne Wintour. Regina foi a homenageada do evento, que premiou 21 categorias ligadas ao setor. A surpresa da noite foi a entrega de um cheque de R$ 50 mil oferecido pelo shopping Iguatemi à categoria Estilista Revelação, recebido por Juliana Jabour. "Devo usar esse dinheiro nas despesas de meu próximo desfile, em janeiro", afirmou a estilista, cuja marca está há quatro anos e meio do mercado. A blogueira e stylist Flavia Lafer recebeu dois troféus nesta edição 2009 exatamente pelas duas áreas em que atua.

Seis concorrentes levaram o prêmio pelo segundo ano consecutivo na mesma categoria: Alexandre Herchcovitch, estilista de moda masculina (também concorria às categorias de moda feminina, vencido por Gloria Coelho), e melhor desfile (ganho por Reinaldo Lourenço, que em 2008 venceu como moda feminina); Lenny, moda praia; Raquel Zimmermann, melhor modelo feminino (ela não pode comparecer); Lilian Pacce, melhor programa de TV (GNT Fashion); Max Weber, hair stylist; e Vogue, mídia impressa.

E na onda de valorizar e incentivar os negros na moda, nada mais justo que o prêmio para Carmelita na categoria Modelo Feminino - New Top. "É uma forma de incentivar outras modelos negras a se imporem na carreira", disse a modelo de 24 anos ao Terra, ao acrescentar que nunca sofreu preconceito. Ela atua há seis anos. Gloria Coelho e Reinaldo Lourenço, casal recém-separado, ao subirem ao palco, dedicaram o prêmio ao filho Pedro Lourenço, presente no evento. O prêmio é organizado por Tininha Kós.

Música e pretinhos básicos

O evento, com coquetel regado a champanhe, canapés de salmão e risoto de queijo brie e nozes no final, teve três pocket shows com a apresentação de Luiz Melodia (todo de branco e descalço para tocar o violão), a novata cantora Maria Gadu, e Vanessa da Mata ("Gente, é a primeira vez que vocês me veem de vestido preto e justo"). Todos cantaram uma música cada.

O dress code da festa não poderia ser outro: preto, com algumas pitadas de nude, paetês e poucas estampas. Da apresentadora do prêmio, a atriz Débora Bloch, que começou com um vestido de renda preto D'Arouche e finalizou com um preto e nude de Reinaldo Lourenço, à própria homenageada, Regina Guerreiro, em black total, com vestido de veludo de seda e organza de Gloria Coelho, e sapatos da grife francesa Free lancer.

Tricôs

A ganhadora do prêmio Jornalista de Moda, Costanza Pascolato, também de preto (sua cor oficial), com uma legging transparente com aplicações de cristais do estilista britânico Christopher Kane, protagonizou momentos engraçados no palco. Primeiro ao subir para receber o prêmio que ela jurou que não merecia. "Eu achei que ia subir aqui apenas para entregar um prêmio no final. Escrevo só uma coluninha mensal na Vogue, minhas concorrentes (Gloria Kalil e Erika Palomino) escrevem muito mais que eu."

E depois, ao entregar o troféu a Regina Guerreiro, contou uma inconfidência. "Ela não gosta que eu repita esta história, mas vou contar. Quando precisei trabalhar, fui pedir emprego para Regina Guerreiro, que eu adorava como editora de moda. E ela me disse o seguinte: 'Eu não posso dar emprego para uma produtora que se veste com Yves Saint-Laurent'. E não me contratou. Estava coberta de razão."

Homenageada

Só para lembrar: Regina começou na carreira em 1964, na revista Manequim, foi diretora de moda de todas as revistas da Abril, passou pela Vogue e pela Elle. Hoje é diretora criativa da marca de moda jovem TNG. Nos agradecimentos, ela relembrou a história de ter matado um pato e pintado de azul para uma campanha da Ellus. "Fui tida como assassina. Até parecia que nunca ninguém tivesse comido um pato na vida. Eu continuo adorando confit de canard."

Regina tem fama de teimosa, difícil e exigente. "Quando comecei, não existia computador, gravador. Não era eu que era difícil, mas o ambiente em que trabalhávamos." Durante a apresentação, foram exibidos editoriais e capas de revistas dirigidos pela jornalista, além de fotos dela desde a infância. Debora Bloch também repetia frases da homenageada. Uma delas: "É melhor cometer um erro monumental do que ficar na mesmice universal."

Rosângela Espinossi
De São Paulo

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