Representantes do grupo LVMH participam de encontro na Fiesp sobre a Amazônia

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) apresentou, nesta 2ª feira, a pesquisa "Amazônia, você precisa saber com dados sobre cuidados que o Brasil vem adotando em relação ao meio ambiente" para mais de 40 empresários de grupos europeus, numa tentativa de melhorar a imagem do governo diante dos incêndios florestais. E um dos participantes foi o Grupo LVMH, dono da Louis Vuitton.


O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, reuniu-se com representantes de empresas como o Grupo LVMH, Santander, Nestlé, Alstom e Mercedes Benz - Reprodução Facebook

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, buscou convencer o grupo de que “o verdadeiro incêndio não é o das queimadas, e sim da imagem do Brasil no exterior”. Ele ressaltou que o Brasil cumpre todos os acordos internacionais e que, inclusive, busca se antecipar a alguns deles.

Segundo o presidente da Fiesp, o encontro também foi para que esses grandes grupos de empresários transmitam as informações da pesquisa para as matrizes locais, levando as informações para o exterior.

O presidente do grupo LVMH na América Latina, Caribe e África, Davide Marcovitch, afirmou não crer que quem conhece o Brasil deixará de investir no país:

“Eu fico abismado quando vejo pessoas que nunca pisaram na Amazônia darem palpite. Eu vivi cinco anos na Amazônia, conheço a realidade. As queimadas sempre ocorreram, é uma prática cultural agrícola. O que precisa proibir é o desmatamento ilegal, que acontece na área protegida", disse o empresário à Época Negócios.

No fim do mês, o grupo LVMH anunciou uma doação de dez milhões de euros para ajudar no combate aos incêndios na Amazônia.

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