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Estela Ataíde
Publicado em
30 de jul. de 2021
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Puma espera crescimento de 20% a taxas de câmbio constantes em 2021

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
30 de jul. de 2021

A marca esportiva alemã Puma continua preocupada com o impacto a curto prazo da pandemia de coronavírus em sua cadeia de abastecimento, mas declarou na quinta-feira (29) que as perspectivas de médio prazo para o setor e a empresa continuam positivas.


Os resultados da Puma para o segundo trimestre e o primeiro semestre de 2021 - Puma


A empresa foi capaz de superar a escassez de capacidade de frete, o congestionamento portuário e as restrições relacionadas à Covid-19 em alguns países, registrando um forte crescimento nas vendas no lucro no segundo trimestre graças à forte demanda, de acordo com o diretor-geral Bjorn Gulden.
 
Em comunicado, o responsável declarou: "É claro que ainda estamos preocupados com o impacto que a Covid-19 continuará a ter em nossa atividade a curto prazo, especialmente agora na cadeia de abastecimento. Mas, continuamos muito positivos quanto às perspectivas de médio prazo para o nosso setor em geral e especificamente para a Puma.”

A empresa confirmou os números preliminares de volume de negócios e lucro do segundo trimestre divulgados há duas semanas: um volume de negócios a taxas de câmbio constantes que quase duplicou (+96%) para 1,589 bilhão de euros e um lucro antes de juros e impostos (EBIT) de aproximadamente 109 milhões de euros, em comparação com uma perda de 115 milhões no mesmo período do ano passado.
 
Este crescimento foi impulsionado por um aumento de 85% nas vendas na Europa, Médio Oriente e África para 572 milhões, +29% na Ásia-Pacífico para 341 milhões, e +183% na região das Américas para quase 676 milhões de euros.
 
Uma especificidade da Puma em relação às líderes do setor Nike e Adidas é a forte participação das suas vendas por atacado. Estas aumentaram 114% no trimestre, para 1,2 bilhão de euros. As vendas diretas ao consumidor (D2C) aumentaram quase 55%, para 389 milhões. As vendas no varejo mais do que duplicaram (+107%) e, apesar da reabertura das lojas, as vendas online continuaram a crescer (+8,5%).
 
Um desempenho que também pode ser explicado pelos investimentos realizados durante o período. A marca alemã injetou 650 milhões de euros no segundo trimestre em iniciativas de marketing, mas também em logística e distribuição para apoiar a sua recuperação. Ou seja, mais do que em 2020, quando havia investido 483 milhões, mas também bem acima dos 531 milhões de 2019.
 
A Puma reafirmou igualmente as suas perspectivas para 2021, com aumento de pelo menos 20% no seu volume de negócios a taxas de câmbio constantes, quando anteriormente previa um aumento em torno de 15%. A sua direção espera, assim, um lucro operacional de 400 a 500 milhões de euros para a totalidade do exercício.
 
Em termos esportivos, o verão começou bem para a Puma com a vitória da Itália na Eurocopa. Agora, a marca está concentrada em Tóquio, onde patrocina 13 federações e mais de 200 atletas.
 
Com a Reuters

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