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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
19 de out. de 2021
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Proprietário de Harrods e Printemps quer adquirir Selfridges

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
19 de out. de 2021

As duas maiores lojas de departamentos de luxo de Londres podem terminar nas mãos do mesmo proprietário. Segundo relatos de fontes com conhecimento sobre o assunto ao jornal Mail no domingo (17), o dono da Harrods pode ser o principal candidato à aquisição da Selfridges.


Selfridges


O fundo soberano do Catar estaria em negociações com a família Weston, atualmente proprietária da Selfridges, que pretende vender a empresa por cerca de quatro bilhões de libras (4,73 bilhões de euros). O fundo, que comprou a Harrods por 1,5 bilhão de libras em 2010, também detém a Printemps, pela qual pagou 1,75 bilhão de libras em 2013.

No entanto, a empresa não estaria em negociações exclusivas e outro concorrente ainda poderia ganhar a disputa. Hudson's Bay Company (Canadá) e Lane Crawford (Hong Kong) também estariam interessadas na Selfridges, bem como o fundo soberano da Arábia Saudita. Até o momento, nenhuma das partes envolvidas fez declarações sobre o assunto.

Evidentemente, a Selfridges é tentadora para muitos. A empresa, que possui várias lojas de departamentos no Reino Unido, é um ímã turístico em tempos normais e, sob a liderança de seus atuais proprietários, suas vendas dobraram.

Dito isso, a empresa passou por muitas dificuldades durante a pandemia, já que os centros das cidades em que opera tiveram pouco movimento e poucos turistas até recentemente. A família Weston lançou um leilão durante o verão.

Ainda não se sabe se a venda incluirá também os pontos de venda que a empresa possui em outros países, incluindo Holt Renfrew no Canadá, Brown Thomas e Arnotts na Irlanda, e De Bijenkorf na Holanda. Essas empresas também estariam na mesa de leilões, mas os atuais concorrentes não estariam interessados em todas as marcas.

A empresa conta com 25 lojas em todo o mundo e seus ativos imobiliários são estimados em cerca de dois bilhões de libras (2,37 bilhões de euros). No ano fiscal de 2019-20, o grupo registrou um faturamento de 1,97 bilhão de libras, segundo dados divulgados pela imprensa britânica.
 

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