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Europa Press
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
25 de abr de 2019
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Primark ganha mais 25% no seu primeiro semestre fiscal

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Europa Press
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
25 de abr de 2019

A marca têxtil Primark, pertencente ao grupo Associated British Foods (ABF), alcançou um lucro operacional ajustado de 426 milhões de libras (491 milhões de euros) no primeiro semestre do seu ano fiscal, o que representa um aumento de 25% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.


Primark/Centre:MK


A margem operacional da empresa têxtil situou-se em 11,7% no primeiro semestre, acima dos 9,8% do ano anterior, indicou a multinacional, que espera que no conjunto do exercício a sua margem seja ligeiramente superior à do ano anterior.
 
O volume de negócios da Primark nos primeiros seis meses do seu ano fiscal - de outubro de 2018 a 2 de março de 2019 - cresceu 4,4%, para 3,63 bilhões de libras (4,19 bilhões de euros), tendo o aumento na área de vendas compensado a queda de 1,5% das suas vendas comparáveis.

As vendas da Primark na zona euro cresceram 5,3% sem ter em conta a taxa de câmbio, enquanto em termos comparáveis caíram 3,2% como consequência do declínio no mercado alemão, enquanto na Espanha, França, Itália e Bélgica as vendas cresceram fortemente.

Por outro lado, a Primark indicou que no seu primeiro semestre aumentou em cerca de 28 mil metros quadrados a sua área de vendas, atingindo os 1,4 milhões de metros quadrados a 2 de março de 2019, com um total de de 364 lojas, em comparação com 1,3 milhões de metros quadrados um ano antes.
 
No seu primeiro semestre fiscal, a Primark abriu quatro novas lojas: Sevilha e Almeria, em Espanha, Toulouse, em França, e Berlim, na Alemanha. A cadeia têxtil prevê aumentar a sua área de vendas em mais de 83 mil metros quadrados durante o atual exercício e abrir a sua primeira loja em Liubliana no próximo verão.

AB Foods ganha menos 19,1%, afetada pelo açúcar

Em termos globais, a AB Foods obteve um lucro líquido atribuído de 389 milhões de libras (448 milhões de euros) no primeiro semestre do seu exercício fiscal, um valor que representa um retrocesso de 19,1% em relação ao mesmo período do ano fiscal anterior, devendo-se principalmente à queda das vendas no negócio do açúcar.
 
Neste sentido, o volume de negócios do grupo aumentou 1,5%, para 7,53 bilhões de libras (8,69 bilhões de euros), incluindo um crescimento de 4,4% do volume de negócios do seu negócio de retalho, para 3,63 bilhões de libras (4,19 bilhões de euros), enquanto a divisão de açúcar faturou menos 54%, chegando a 426 milhões de libras (491 milhões de euros).

Por áreas geográficas, as vendas da AB Foods cresceram 2,2% no Reino Unido, para 2,78 bilhões de libras (3,21 bilhões de euros) e 0,7% na Europa e África, para 2,85 bilhões de libras (3,29 bilhões de euros), enquanto nas Américas subiram 5%, para 780 milhões de libras (899 milhões de euros) e 4,6% na Ásia-Pacífico, para 1,11 bilhão de libras (1,28 bilhão de euros).
 
"São resultados robustos", declarou George Weston, CEO da AB Foods, que expressou confiança de que a rentabilidade da AB Sugar melhore na segunda metade do exercício e destacou o "excelente" crescimento do lucro da Primark.

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