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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
10 de jan. de 2023
Tempo de leitura
5 Minutos
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Pitti Uomo e Semana da Moda de Milão abrem temporada masculina sob influência "britânica"

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
10 de jan. de 2023

Itália dá início à maratona da moda masculina para o outono-inverno 2023/24. Primeiro em Florença, com o Pitti Uomo, de 10 a 13 de janeiro, depois em Milão, com a fashion week, de 13 a 17 de janeiro. Uma semana intensa, caracterizada principalmente pela chegada de vários jovens designers britânicos, e por grandes regressos ao calendário milanês, como Gucci, Zegna e K-Way.
 

Look da primavera-verão 2023 - Martine Rose


O salão de referência da moda masculina anuncia 789 expositores, 311 dos quais estrangeiros (40%) e um conjunto de eventos centrados maioritariamente na Fortaleza da Basso, que acolhe o certame, bem como projetos internacionais relacionados com o Japão, Norte da Europa e Finlândia, através do terceiro episódio “Palazzo Finlandese” organizado pelo programa, desta vez com uma soirée de “moda, música e gastronomia” projetada pela Vain, editora fundada em 2019 por Jimi Vain, no espírito dark-gothic.
 
Em cartaz, o criador belga Jan-Jan Van Essche, nascido em Antuérpia e formado em 2003, que sempre defendeu a moda sem gênero confortável, dando destaque à pesquisa de materiais e às técnicas artesanais. Convidado como "designer project", organizará para a ocasião o primeiro desfile da sua marca, na quarta-feira, 11 de janeiro, no claustro de Santa Maria Novella. Paralelamente, no mesmo dia, o designer de Toulouse Pierre-Louis Mascia, uma presença regular no Pitti Uomo, ocupará o Palazzo Antinori para revelar a sua nova coleção com uma instalação especial.

Mas, a estrela desta 103ª edição será a convidada de honra Martine Rose, que desfilará no dia 12 de janeiro na Loggia del Mercato Nuovo, ou "del Porcellino", como foi apelidado este antigo mercado florentino do século 16. Desde que o líder da Louis Vuitton, Michael Burke, foi visto na primeira fila do seu desfile em Londres, a estilista inglesa nascida na Jamaica, considerada uma das melhores criadoras do momento, viu-se no centro das atenções, sendo encarada como uma potencial candidata para suceder Virgil Abloh na Louis Vuitton Homme.

Aos 41 anos, Rose conta com uma ampla experiência. Formada pela Middlesex University em 2002, desenvolveu a sua própria marca de moda masculina desde 2007, começando com uma linha de camisas. Adepta de volumes excessivos muito antes de se tornarem moda, com o seu estilo esportivo, street e workwear inspirado nas subculturas e um toque do espírito dos anos 90, está bastante próxima da linguagem de Virgil Abloh. Tal como o americano, também é apreciada por rappers e celebridades (Drake, ASAP Rocky ou Rihanna, para citar alguns), e multiplica colaborações com a Nike. O seu currículo inclui também uma passagem de três anos, entre 2015 e 2017, pela Balenciaga, como consultora para o prêt-à-porter masculino ao lado do diretor artístico Demna Gvasalia.
 

Look do designer inglês, que desfila pela primeira vez em Milão - Charles Jeffrey Loverboy


Outro britânico que estará no centro das atenções em Florença é Luke Edward Hall, que imaginou uma instalação para a sua marca Château Orlando na Fortezza, na Sala delle Nazioni. Apresentando-se pela primeira vez no Pitti, este criador polivalente (é designer de interiores e escreve para o Financial Times), que já passou pela Burberry e pela Liberty, lançou a sua marca de malhas em fevereiro de 2022. Hall fez-se notar em Paris apresentando as suas camisas e cardigãs coloridos e de inspiração vintage numa pop-up no Le Bon Marché em fevereiro e depois em dezembro.
 
Em junho, a convidada de honra do Pitti Uomo foi Grace Wales Bonner, precedida nas edições anteriores por Craig Green e Jonathan Anderson. Em poucos anos, o cenário da moda italiana tornou-se definitivamente  o destino ideal para jovens talentos ingleses em busca de compradores internacionais, que já não se contentam em apresentar em Florença, mas investem também em força nas passarelas milanesas. Como o tão esperado desfile de moda de Charles Jeffrey Loverboy, no domingo, 15 de janeiro, em Milão.

Formado na Central Saint Martins School e tendo trabalhado nos ateliers da Dior, o criador escocês (de 32 anos) fundou a sua marca Loverboy em 2015, chamando a atenção de imediato pelo seu grande tecnicismo e pela sua criatividade exuberante, com silhuetas provocantes com cores vivas. Desde que começou a desfilar em Londres, tem feito a sua reputação com o seu universo fantástico alimentado pela cultura club queer. Em 2021, a marca integrou a plataforma Tomorrow Ltd, que assumiu uma participação no seu capital, e  transferiu-se para o calendário de Milão em junho passado com uma apresentação digital.
  
Charles Jeffrey Loverboy fará, portanto, a sua verdadeira estreia nas passarelas da Lombardia no domingo, constituindo a única grande novidade desta Semana da Moda de Milão. Será seguido de outro espetáculo igualmente aguardado, o do irlandês Jonathan Anderson, que depois de ter optado por Paris, se mudou para Milão na temporada passada. A estes soma-se a marca anglo-italiana JordanLuca, que está em alta há um ano desde que desfilou em Milão. O desfile da marca de streetwear alta costura, fundada em Londres em 2018 por Jordan Bowen e Luca Marchetto, está marcado para sábado, dia 14 de janeiro.
 

Ddesfiles milaneses acontecem de 13 a 17 de janeiro - Ansa


A Semana de Milão apresenta um formato reduzido nesta temporada, com 21 desfiles contra 25 de junho passado. É certo, porém, que contará com ótimos retornos. Como a Gucci, que volta às passarelas masculinas ao fim de três anos e abre o evento na sexta-feira, 13 de janeiro. Este primeiro desfile da casa após a recente saída do seu diretor artístico Alessandro Michele não deixará de chamar a atenção. Depois de ficar de fora em junho, a K-Way também regressa à capital lombarda com um desfile no sábado, 14, enquanto a Zegna, que havia desfilado em junho na sua sede em Trivero, também volta para Milão, fechando a semana segunda-feira 16.
 
Mas, Milão conta ainda assim com várias deserções. Começando com a Versace, que também saltará a Semana de Moda Feminina em fevereiro, tendo escolhido revelar a sua coleção feminina e masculina outono-inverno 2023/24 em Los Angeles, no dia 10 de março. A Plein Sport optou por uma soirée especial no sábado, 14 de janeiro, enquanto a Moschino não estará presente no evento masculino. A marca volta a desfilar em fevereiro com as propostas femininas, apresentando a sua coleção masculina por meio de fotografias.

Entre os ausentes estão ainda o 44 Label Group, o projeto de streetwear de luxo lançado em 2022 pelo empresário e varejista Claudio Antonioli com o DJ e produtor Max Kosobil, de Berlim, a marca chinesa Joeone, desenhada pelo estilista francês Louis Gabriel Nouchi, e Marcelo Burlon County of Milan, que, no entanto, escolheu a Semana de Moda de Milão em junho do ano passado para comemorar o seu 10º aniversário. Paralelamente, estão agendadas 36 apresentações, contra 27 da temporada anterior, além de quatro desfiles em formato digital que encerram a Semana no dia 17 de janeiro pela manhã.

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