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México e Brasil competem na liderança do comércio eletrônico na América Latina

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
today 4 de out de 2019
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access_time 3 Minutos
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O México é o país onde o comércio eletrônico mais cresceu no último ano, superando o Brasil em quase 6 pontos percentuais, de acordo com o BlackSip, como parte do lançamento do "Relatório da indústria digital e do comércio eletrônico no México 2019- 2020".


No México, o comércio eletrônico cresceu quase 6 pontos percentuais no último ano, superando o Brasil.. - Archivo


“Este é um claro indício de que e o país tem todo o potencial para ser o líder do comércio eletrônico na América Latina", disse Juan Fernando Vélez, country manager da empresa para o México, que realiza um relatório sobre o estado atual e futuro do comércio eletrônico no país, que ajuda a tomar melhores decisões e acelerar a transformação digital nacional.

Segundo o relatório, cujas fontes são entidades e empresas de pesquisas de mercado e de tendências, os países latino-americanos com maior penetração na Internet são: Argentina, com 92,2%, Paraguai, com 88,4%, Uruguai, com 88,2%, Costa Rica, com 87,7%, e Porto Rico, com 83,3%. No México, a penetração é de 66,5%. As taxas de penetração são baixas se considerarmos que se trata do segundo país mais populoso da região, depois do Brasil.

De acordo com a Associação Mexicana de Vendas Online (AMVO), os mexicanos são mais propensos a interagir em proporções mais altas com publicidade online, buscar informações e comprar produtos do que pessoas de outros países da região.

A análise realizada pela AMVO indica que as três principais categorias de varejo da Internet no país, tanto em 2013, como em 2019, foram eletrônicos e tecnologia de consumo, produtos multimídia e de moda, e roupas e calçados.

A pedido da Netquest, a AMVO preparou um relatório sobre as tendências do comércio eletrônico no México e os hábitos de consumo e compra dos internautas. Neste estudo apresentado em 2019, os principais motivos para comprar online foram: recebimento de compras a domicílio (58%), economia de tempo (53%), e mais promoções e descontos (48%).

Segundo a BlackSip, os resultados da pesquisa da AMVO indicam que muitas das inseguranças relacionadas às transações online são relacionadas a tabus existentes. No entanto, uma vez que os mexicanos fazem uma compra, eles percebem o processo é muito seguro.

De acordo com os dados da Statista, das quase 2 bilhões de pessoas que comprarão produtos e serviços online ao redor do mundo em 2019, apenas 155,5 milhões serão da América Latina. Atualmente, um em cada quatro habitantes da região usa a Internet para adquirir bens e/ou serviços.

Em 2014, o número de compradores digitais no mundo era de 1.32 bilhão e em 2019 este número passou para 1.92 bilhão. Na América Latina, em 2014, eram 103.9 milhões de pessoas, e em 2019, 155.5 milhões.

A Statista estima que as vendas no varejo de comércio eletrônico na América Latina irão ultrapassar os 29,8 bilhões em 2015, para 64,4 bilhões em 2019, dobrando seu valor em menos de cinco anos.

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