×
909
Fashion Jobs
CAEDU
Gerente de Grupo Produto - Infantil
Efetivo - CLT · São Paulo
CAEDU
Supervisor de Vendas - Barueri
Efetivo - CLT · Barueri
CAEDU
Supervisor de Vendas - Alto Tietê
Efetivo - CLT · Ferraz de Vasconcelos
STUDIO Z
Coordenador de Planejamento Comercial
Efetivo - CLT · FLORIANÓPOLIS
GRUPO MEIA SOLA
Gerente de Marketing
Efetivo - CLT · FORTALEZA
GRUPO BOTICARIO
Executivo de Vendas ii (São Paulo)
Efetivo - CLT · São Paulo
LULITEX COM IMP EXP LTDA
Auxiliar Comercial
Efetivo - CLT · SÃO PAULO
GRUPO LUNELLI
Analista de Gestão de Pessoas Pleno - Treinamento e Desenvolvimento
Efetivo - CLT · Guaramirim
GRUPO LUNELLI
Analista de Gestão de Pessoas - Assistente Social
Efetivo - CLT · Guaramirim
GRUPO BOTICARIO
Supervisor(a) de Lojas - Quem Disse, Berenice?
Efetivo - CLT · Belo Horizonte
CAMICADO
Supervisor de Vendas e Operação de Loja - Brasília
Efetivo - CLT · Brasília
RENNER
Encarregado de Logistica E-Commerce
Efetivo - CLT · Rio de Janeiro
GRUPO BOTICARIO
Supervisor(a) de Lojas - o Boticário
Efetivo - CLT · Belo Horizonte
GRUPO BOTICARIO
Product Owner E-Comm
Efetivo - CLT · Curitiba
IBRANDS
Líder de Logística
Efetivo - CLT · SÃO PAULO
GRUPO BOTICARIO
Analista Gestão de Riscos Csc pl
Efetivo - CLT · Curitiba
AVON
Comprador Sênior
Efetivo - CLT · São Paulo
AVON
Comprador Sênior
Efetivo - CLT · São Paulo
RENNER
Supervisor de Vendas| Sobral Shopping - ce
Efetivo - CLT · Sobral
RENNER
Supervisor de Vendas | Rio Verde
Efetivo - CLT · Rio Verde
RENNER
Supervisor de Vendas| Imperial Shopping - Imperatriz ma
Efetivo - CLT · Imperatriz
RENNER
Supervisor de Vendas| Shopping Golden Calhau - São Luís
Efetivo - CLT · São Luís

Luxo: fusões e aquisições aumentam 22% em 2018

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
today 24 de jul de 2019
Tempo de leitura
access_time 4 Minutos
Compartilhar
Baixar
Fazer download do artigo
Imprimir
Clique aqui para imprimir
Tamanho do texto
aA+ aA-

A indústria do luxo continua mais atraente do que nunca para os investidores, como confirma a quarta edição do relatório “Global Fashion & Luxury Private Equity and Investors Survey 2019”, publicado pela Deloitte. No ano passado, realizou-se um número recorde de 265 transações de fusão e aquisição, com mais 47 transações do que em 2017, um aumento de 22%.


O relatório analisa pelo quarto ano a evolução das aquisições no luxo - Deloitte


Na moda, em particular, 2018 foi marcado pela retumbante aquisição, por 1,83 bilhão de euros, da casa italiana Versace pelo grupo americano Michael Kors, desde então renomeado Capri Holdings. Note-se, no entanto, que o ano de 2017 se havia revelado bastante morno, com um aumento de apenas seis deals em comparação com 2016, um ano que registrou 70 transações adicionais em comparação com 2015.
 
No topo da classificação de 2018 encontram-se as transações no setor da hotelaria de luxo, que totalizaram 75, com mais 29 deals do que no ano anterior. No segmento dos bens de luxo, foram realizadas 145 transações no ano passado, em comparação com 134 em 2017, das quais 73 em Vestuário & Acessórios (-4), 28 em Relógios & Joalharia (-1). Apenas o segmento Cosméticos & Perfumes registrou um forte aumento no número de transações (+16), passando de 28 em 2017 para 44 em 2018.

"Cosméticos & Perfumes e Hotéis foram os dois setores mais interessantes para os investidores em 2018. Além disso, Cosméticos & Perfumes é também um dos setores nos quais se estão focando as intenções de investimento este ano, assim como  Vestuário & Acessórios, o que confirma a importância do segmento dos bens de luxo para os fundos de investimento", sublinha em comunicado Elio Milantoni, partner da Deloitte Financial Advisory & Corporate Finance.

Cerca de 43% dos fundos planejam vender um ativo no setor de moda e luxo em 2019. Em contrapartida, 70% querem investir no setor: 79% em Vestuário & Acessórios e Cosméticos & Perfumes, 36% em Relógios & Joalharia, 29% na distribuição seletiva.
 
Segundo estimativas da Deloitte, "nos próximos três anos, os investidores esperam que a indústria da moda e do luxo continue crescendo de 5% a 10% por ano". "Os produtos digitais de luxo, Cosméticos & Perfumes e o mobiliário deverão ter um desempenho muito forte, com um crescimento superior a 10% por ano. Vestuário & Acessórios, hotéis e restaurantes estão em fase de consolidação (com um crescimento anual esperado de 5 a 10%). Automóveis e jatos privados deverão registrar uma queda, enquanto as vendas de iates, joalharia e distribuição seletiva devem permanecer estáveis."


Os setores do luxo mais atrativos e as top 10 operações de 2018 - Deloitte


Esta pesquisa revelou um novo e interessante elemento: o crescente interesse por parte dos investidores pelas novas tecnologias e os desenvolvimentos digitais relacionados com a indústria da moda. Quase 43% dos entrevistados da Deloitte dizem que em 2019 irão provavelmente investir em tecnologias disruptivas para tirar partido de potenciais sinergias. Para estes, Internet, Big Data & Analytics, inteligência artificial, robótica e blockchain terão o maior impacto nos portefólios dos investidores este ano.
 
"O interesse em produtos de luxo digital está diminuindo, apesar das previsões de crescimento do mercado. Os atuais investidores e os recém-chegados se sentem mais atraídos pelos setores consolidados (restauração, moda), enquanto os novos investidores parecem mais interessados no luxo experiencial", observa o relatório.

De um ponto de vista geográfico, a Europa é a única região a ter registado um aumento significativo nas transações de Moda & Luxo em 2018, com 41 transações adicionais, como resultado do crescimento da atividade hoteleira. As restantes regiões permanecem estáveis em relação a 2017: América do Norte e Médio Oriente (apenas uma operação a menos), Ásia-Pacífico (+2), Japão (+4). Nos próximos três anos, os investidores apostam na Ásia e no Médio Oriente para impulsionar a indústria do luxo, com taxas de crescimento médias de 10% por ano.

O valor médio de uma transação de fusão-aquisição no segmento da moda e do luxo continua a baixar, caindo 12% entre 2017 e 2018, para 233 milhões de dólares. Os investidores continuam se concentrando mais em pequenas empresas. As marcas com volume de negócios de 0 a 50 milhões de dólares representaram 65% das transações no ano passado, contra 55% em 2017. As transações referentes a médias empresas (entre 50 e 250 milhões de dólares em volume de negócios) caíram acentuadamente (-25%), assim como as de grande porte (-22%). Esta tendência deverá aumentar ainda mais este ano.

Copyright © 2019 FashionNetwork.com. Todos os direitos reservados.