Lojas Renner registra aumento de 38,4% no lucro líquido no terceiro trimestre

A varejista brasileira de moda, Lojas Renner S.A, proprietária das marcas Renner, Camicado, Youcom e Ashua, anunciou que registrou um aumento de 38,4% no lucro líquido para 194,2 milhões de reais no terceiro trimestre do ano, e +44,8% no acumulado dos nove primeiros meses para 580,4 milhões de reais.


Renner

A companhia destacou um bom ritmo de vendas, que gerou aumento de 13,1% na receita líquida para 1,7 bilhões de reais no terceiro trimestre; e +11,7% para 4,8 bilhões de reais no acumulado dos nove primeiros meses do ano. 

As vendas em mesmas lojas aumentaram 6,9%; e a margem bruta de varejo foi de 54,3% no 3T17 e 56,0% nos 9M17, um aumento de 0,4 p.p, e 0,9p.p,  respectivamente, impactada positivamente pelo hedge cambial contratado para produtos importados, e compensando as menores margens na Youcom e Camicado, que tiveram mais promoções no período. 

O ebitda ajustado total da companhia (varejo + produtos financeiro) foi de 347 milhões de reais, com margem de 20,3% no 3T17, e 1.030,7 milhões nos 9M17, com margem de 21,1%. Camicado e Youcom apresentaram crescimento de 10,0% e de 46,5%, respectivamente. 

Segundo a Lojas Renner, sua performance evidencia consistentes ganhos de participação de mercado, uma vez que o setor recuou 1,6%, entre janeiro e agosto, conforme dados do Índice PMC – Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, para vestuário e calçados. 

A companhia também deu continuidade ao seu plano de expansão e inaugurou 14 lojas no terceiro trimestre, sendo 3 Renner, 3 da Ashua, 6 da Camicado e 2 da Youcom. No acumulado dos nove primeiros meses, a Lojas Renner investiu 386,6 milhões em suas lojas, sendo 72,2% na abertura de novas lojas e remodelações, e 21,8% em tecnologia.

Em setembro, a empresa encerrou o mês com 340 lojas Renner, sendo 5 no Uruguai, 107 lojas Camicado, 90 Youcom, e 3 Ashua (primeiras lojas físicas da marca especializada em tamanhos maiores lançada no ano passado, até então vendida apenas pela internet). 

Quanto às despesas operacionais, estas aumentaram 12,6%, "em linha com o ritmo de expansão e reforço das estruturas para suportar o modelo de negócio”, mas inferior à expansão de 13,1% da receita líquida, o que "garantiu a alavancagem operacional no trimestre, reflexo da melhora da operação comercial e o efetivo controle orçamentário adotado". 
 

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