×
908
Fashion Jobs
CAEDU
Gerente de Grupo Produto - Infantil
Efetivo - CLT · São Paulo
CAEDU
Supervisor de Vendas - Barueri
Efetivo - CLT · Barueri
STUDIO Z
Coordenador de Planejamento Comercial
Efetivo - CLT · FLORIANÓPOLIS
GRUPO MEIA SOLA
Gerente de Marketing
Efetivo - CLT · FORTALEZA
GRUPO BOTICARIO
Executivo de Vendas ii (São Paulo)
Efetivo - CLT · São Paulo
LULITEX COM IMP EXP LTDA
Auxiliar Comercial
Efetivo - CLT · SÃO PAULO
GRUPO LUNELLI
Analista de Gestão de Pessoas Pleno - Treinamento e Desenvolvimento
Efetivo - CLT · Guaramirim
GRUPO LUNELLI
Analista de Gestão de Pessoas - Assistente Social
Efetivo - CLT · Guaramirim
GRUPO BOTICARIO
Supervisor(a) de Lojas - Quem Disse, Berenice?
Efetivo - CLT · Belo Horizonte
CAMICADO
Supervisor de Vendas e Operação de Loja - Brasília
Efetivo - CLT · Brasília
RENNER
Encarregado de Logistica E-Commerce
Efetivo - CLT · Rio de Janeiro
GRUPO BOTICARIO
Supervisor(a) de Lojas - o Boticário
Efetivo - CLT · Belo Horizonte
GRUPO BOTICARIO
Product Owner E-Comm
Efetivo - CLT · Curitiba
IBRANDS
Líder de Logística
Efetivo - CLT · SÃO PAULO
GRUPO BOTICARIO
Analista Gestão de Riscos Csc pl
Efetivo - CLT · Curitiba
AVON
Comprador Sênior
Efetivo - CLT · São Paulo
AVON
Comprador Sênior
Efetivo - CLT · São Paulo
RENNER
Supervisor de Vendas| Sobral Shopping - ce
Efetivo - CLT · Sobral
RENNER
Supervisor de Vendas | Rio Verde
Efetivo - CLT · Rio Verde
RENNER
Supervisor de Vendas| Imperial Shopping - Imperatriz ma
Efetivo - CLT · Imperatriz
RENNER
Supervisor de Vendas| Shopping Golden Calhau - São Luís
Efetivo - CLT · São Luís
RENNER
Supervisor de Vendas| São Luís Shopping
Efetivo - CLT · São Luís

Liderada pela Moncler, Itália poderá fazer frente à LVMH

Por
Reuters
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
today 3 de jan de 2019
Tempo de leitura
access_time 3 Minutos
Compartilhar
Baixar
Fazer download do artigo
Imprimir
Clique aqui para imprimir
Tamanho do texto
aA+ aA-

Remo Ruffini poderá ser a resposta italiana a Bernard Arnault em 2019. Desde que resgatou a Moncler em 2003, o empresário rejuvenesceu a marca e se tornou um caso paradigmático de sucesso. Ainda existe um longo caminho para percorrer até que a empresa de 7,5 bilhões de euros em pleno crescimento possa criar algo como o império LVMH de Arnault, avaliado em 130 bilhões de euros. Mas, se Ruffini quer construir o primeiro conglomerado de luxo italiano, agora é um bom momento.


O CEO da Moncler, Remo Ruffini - Photo: Reuters


O luxo italiano está fragmentado e a sua valorização é historicamente baixa: o setor negocia 25 vezes o lucro esperado, em comparação com a média de 28 vezes nos últimos cinco anos. As vendas da prestigiada marca de calçado Tod's têm vindo a cair desde 2014. A Salvatore Ferragamo também tem problemas com os lucros e está em constante mudança desde a morte da matriarca, Wanda Ferragamo. E outros nomes inesperados, como a Furla, também poderão ser colocados à venda.

Compradores dos Estados Unidos e da China também se aperceberam disso. A Michael Kors pagou 2,1 bilhões de dólares pela Versace em setembro. O principal operador têxtil chinês, a Shandong Ruyi, e o conglomerado Fosun adquiriram a empresa suíça Bally e a francesa Lanvin, respetivamente.

No entanto, a ascensão de um governo eurocético em Roma, que adota políticas orçamentais instáveis, poderá refrear o entusiasmo dos compradores globais. O que dá a Ruffini a oportunidade de considerar ir além da Moncler. Alguma coisa o italiano está a fazer bem: as vendas aumentaram 15% em 2017 e tudo aponta para que o façam novamente em 2018. Os seus conhecimentos e projetos poderiam ser usados para combater as mudanças geracionais e os hábitos de consumo que minam algumas marcas italianas de renome.

Os investidores que compraram ações da Moncler quando esta se estreou no mercado de ações, em 2013, viram que os rendimentos totais duplicaram, ultrapassando a lista da Hermès. Com 35%, as margens de EBITDA da Moncler só são superadas, entre os operadores de luxo na Europa, pelo famoso fabricante francês de carteiras. E Ruffini não é estranho ao fenómeno de fusões e aquisições: em outubro, o seu veículo de investimento familiar, Archive, comprou uma participação de 49% na emergente marca de moda italiana Attico.

A LVMH e as suas colegas Kering e Richemont estão muito confortáveis na sua situação porque o seu tamanho traz poupanças de escala e benefícios de diversificação. Embora os casacos emblemáticos da Moncler estejam na moda, a compra de artigos de couro ou relógios poderá ser uma proteção contra mudanças de gostos e tendências. Se Ruffini superar as tradicionais rivalidades do luxo italiano e conseguir potenciais vendedores de segunda geração ao seu lado, o caminho rumo a um status como o de Arnault poderá ser seu.

© Thomson Reuters 2019 Todos os direitos reservados.