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L Brands continua a somar perdas e confirma cancelamento do desfile da Victoria's Secret

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
today 25 de nov de 2019
Tempo de leitura
access_time 3 Minutos
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A L Brands, Inc., varejista com sede em Columbus, Ohio, anunciou na quarta-feira uma queda nas vendas e um aumento nas perdas no terceiro trimestre, e acaba de confirmar que este ano não celebrará o famoso desfile da Victoria's Secret.


Bella Hadid no desfile da Victoria's Secret do ano passado - © PixelFormula

 
Durante o terceiro trimestre, encerrado a 2 de novembro, a empresa registrou vendas líquidas de 2,68 bilhões de dólares, menos 3,5% do que no mesmo trimestre do ano passado, quando as vendas atingiram 2,78 bilhões de dólares.
 
As vendas comparáveis gerais caíram 2%, refletindo uma descida de 7% nas comparáveis da Victoria's Secret, parcialmente compensada por um aumento de 9% na Bath & Body Works, o ponto positivo constante no portefólio da L Brands.

As perdas líquidas da empresa no terceiro trimestre totalizaram 252 milhões de dólares, ou 0,91 dólares por ação, em comparação com uma perda líquidoa de 42,8 milhões de dólares, ou 0,16 dólares por ação, no mesmo período do ano anterior.

Neste momento, o fraco desempenho contínuo da Victoria's Secret já não é nenhuma surpresa, uma vez que se tornou uma constante nos resultados trimestrais da L Brands nos últimos dois anos. A marca de lingerie super sexy tem feito um esforço para se reinventar numa indústria de moda íntima que valoriza cada vez mais o conforto e a positividade relativamente ao corpo, dando lugar a marcas como Honey Birdette, ThirdLove e Savage x Fenty, de Rihanna.
 

Anjos penduram as asas


 
Em linha com estes esforços, segundo indica a Seeking Alpha, durante uma conferência de lucros foi revelado que, após meses de especulação, o desfile anual da Victoria's Secret foi cancelado este ano.

"Vamos comunicar com os clientes, mas nada que eu possa dizer é comparável à magnitude do desfile de moda", disse o vice-presidente executivo e diretor financeiro da L Brands, Stuart Burgdoerfer, ao discutir os planos de marketing da Victoria's Secret para o período festivo.
 
"Acreditamos que é importante desenvolver o marketing da Victoria's Secret", continuou, em jeito de explicação.
 
Apesar de sempre ter sido um espetáculo mediático, o desfile tem perdido espectadores nos últimos anos e até se tornou numa fonte de controvérsia no verão passado quando Ed Razek, ex-diretor de marketing da Victoria's Secret, disse numa entrevista à Vogue que a marca não incluiria modelos transgênero no evento "porque o desfile é uma fantasia".

Numa tentativa de melhorar a sua imagem perante o público, a marca contratou a sua primeira modelo transgênero, Valentina Sampaio, numa oposição direta e deliberada aos controversos comentários de Razek.

Recentemente, a supermodelo Bella Hadid, que participou no desfile três vezes, pareceu atacar o espetáculo durante o Vogue Fashion Festival de novembro, em Paris, afirmando numa entrevista que "nunca se sentiu poderosa" ao desfilar em roupa interior até participar no desfile da Savage x Fenty durante a Semana da Moda de Nova Iorque no início do ano.
 
Segundo Burgdoerfer, o grupo não espera que a decisão de desistir do desfile deste ano tenha um efeito significativo nos resultados financeiros da Victoria's Secret.
 
“A hora de emissão do desfile foi mudando ao longo dos anos, mas vimos um impacto material específico na resposta de vendas a curto prazo ao desfile? No geral, a resposta é não."

Até agora, este ano, as vendas líquidas da L Brands totalizam 8,21 bilhões de dólares (cerca de 7,42 bilhões de euros), abaixo dos 8,38 bilhões de dólares obtidos nos três primeiros trimestres do ano fiscal de 2018.

Olhando para o futuro, a L Brands anunciou que espera obter lucros por ação no quarto trimestre de cerca de 2,00 dólares por ação, com um lucro ajustado para todo o ano por ação em torno de 2,40 dólares.
 
Apesar da queda nas vendas e do aprofundamento das perdas, as previsões positivas foram suficientes para que os títulos da empresa subissem quase 5% na sessão prolongada na quarta-feira.

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