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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
21 de abr. de 2022
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Justiça dos EUA absolve Philipp Plein de acusações de homofobia

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
21 de abr. de 2022

Philipp Plein, que enfrentava um caso de discriminação por orientação sexual, saiu vitorioso perante a Suprema Corte de Nova York. O Tribunal de Primeira Instância do Estado de Nova York absolveu completamente o designer alemão e fundador da marca de luxo que leva seu nome, em um caso que estava correndo há mais de um ano com o ex-diretor regional de suas lojas em Nova York.


A justiça dos EUA absolveu o designer alemão - Philipp Plein


Amro Alsoleibi acusou o empregador de discriminá-lo em seu local de trabalho por causa de sua homossexualidade, atitude que, segundo ele, levou à sua demissão injustificada. Em comunicado após o anúncio do veredicto do tribunal a seu favor, a marca explicou que "o ex-funcionário usou falsas acusações de homofobia para desviar a atenção das irregularidades cometidas dentro da Philipp Plein Americas Inc., que levaram à sua demissão em 2019". 

Contratado em 2018, Amro Alsoleibi realizou uma fraude ao desviar fundos da empresa no total de US$ 100.000, faturados por serviços fictícios para uma empresa de fachada de propriedade de seu amigo e colega de quarto, Tala Atassi. Quando a fraude foi descoberta, Philipp Plein demitiu o gestor, como o tribunal de Nova York pôde verificar, disse a marca de moda em comunicado.

Por sua parte, cúmplice de Amro Alsoleibi, Tala Atassi, processou o grupo de moda por US$ 100.000 em serviços de contratação. No entanto, como a marca recordou, ela também ganhou este caso.

"Em 6 de abril de 2022, a Suprema Corte de Nova York decidiu que o pedido era injustificado. Também decidiu que Alsoleibi não apenas não tinha autoridade para contratar seu amigo ou qualquer outra pessoa em nome do grupo Plein, mas também ocultou esses contratos de seu empregador", explicou.

"Estou muito feliz com esta decisão que restaura os fatos e responde à tentativa desesperada do Sr. Alsoleibi de prejudicar minha reputação e buscar ganhar dinheiro às minhas custas", comentou Philipp Plein no comunicado à imprensa.

"Minha marca e empresa foram construídas do zero através de mais de 20 anos de trabalho duro por centenas de pessoas, incluindo pessoas LGBTQ e heterossexuais, que sempre foram representadas dentro da empresa", acrescentou.

"Sempre vou reagir perante ataques como os do senhor Alsoleibi, que primeiro tentou enganar a mim e à minha empresa, e depois também tentou enganar a opinião pública e a imprensa com  falsas acusações. Minha maior consideração vai para o juiz, que soube reconhecer os fatos", concluiu.

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