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Novello Dariella
Publicado em
22 de nov. de 2019
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Interparfums estima faturamento de 500 milhões de euros em 2020

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
22 de nov. de 2019

O grupo Interparfums, que gerencia fragrâncias de marcas como Montblanc, Jimmy Choo e Coach, entre outras, apresentou na quinta-feira (21) suas projeções financeiras para 2020, que incluem uma meta de faturamento de 500 milhões de euros. Esse número representa um aumento de 4,2% em relação a 2019, ano que deveria atingir 480 milhões de euros em vendas, o que pode não ser alcançado, segundo o grupo.


Fragância Floral Blush da Coach - Interparfums


Apesar dos analistas estimarem um crescimento de 10%, Philippe Benacin, CEO da Interparfums, mostrou cautela. "Os mercados não estão bons há seis meses. Há a situação em Hong Kong, por exemplo, que afeta o trabalho do nosso parceiro chinês e, mesmo na América do Sul, Argentina e Brasil, a situação está complicada”, declarou Benacin.

Por outro lado, o ranking do seu portfólio de marcas não deve mudar. Assim como em 2019, a Montblanc continuará sendo a líder do grupo, com vendas de 138 milhões de euros. A falta de crescimento significativo devido à uma base de comparação desfavorável desde 2019 foi marcada pelo lançamento do novo perfume Explorer, que no ano atual gerou faturamento de 40 milhões de euros.

Em 2020, os perfumes Jimmy Choo devem responder por um crescimento de 4%, para 107 milhões de euros, apoiado pelo lançamento da linha de batons e esmaltes prevista para o primeiro semestre.

Terceira colocada no ranking, a Coach espera que em 2020 as vendas atinjam 97 milhões de euros, um aumento de 15%. Para a marca americana, o ano de 2020 será marcado pela criação de uma nova linha feminina nomeada Coach Dreams.

A Kate Spade, com quem a Interparfums assinou um contrato de licenciamento global de 11 anos em junho terá sua primeira linha de perfumes femininos lançada no verão de 2020 e deve gerar inicialmente 6 milhões de euros.

Por outro lado, a Lanvin deve registrar novamente queda nas vendas. Em 2019, as vendas de fragrâncias da marca diminuíram 7,2% para 55 milhões de euros e devem chegar a 50 milhões de euros em 2020. "Nosso objetivo com a Lanvin é manter as linhas existentes. Para começar uma nova história, seria necessário saber o que acontecerá ao lado da marca", diz Philippe Benacin, que também estima que essa licença tenha atingido o topo da montanha "com seus 64 e 60 milhões euros alcançados em 2014 e 2018, respectivamente".

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