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18 de out. de 2016
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Instituições italianas firmam frente comum para promover o 'Made in Italy'

Publicado em
18 de out. de 2016

Como anunciamos no mês passado, a partir de setembro de 2017, haverá um único momento de moda feminina em Milão, dez dias seguidos de salões e desfiles, cuja primeira edição ocorre de 17 a 26 de setembro.
 
O objetivo é fazer de Milão "o local onde será preciso estar", concentrando no mesmo local durante um período restrito o melhor do 'Made in Italy'. Há muito tempo comentada, a frente comum do 'Made in Italy' enfim se concretiza, via um protocolo de entendimento.

Dolce Gabbana - Primavera-Verão 2016 - Womenswear - Milão - © PixelFormula


O documento foi assinado em Roma no Ministério do Desenvolvimento econômico ao longo de uma reunião do Comitê Moda, instituído nos fins de 2015 sob a égide deste ministério a fim de reunir uma estratégia de ação comum entre os representantes de todos os órgãos e associações da moda e dos acessórios 'Made in Italy'. Estavam presentes também o prefeito de Milão e a ICE, Agência Italiana para o Comércio Exterior.
 
Nesta ótica, os salões do calçado theMicam e o salão internacional dos artigos de couro e de marroquinaria Mipel mudaram suas datas, passando do início de setembro para o dia 17, para se posicionar três dias antes do início da Fashion Week milanesa do prêt-à-porter feminino com a qual eles se sobreporão em seu dia de encerramento. Outros salões serão envolvidos, como aquele dos óculos, o Mido, com uma presença durante a Semana de Moda.

"Nós demos um passo à frente sem precedente para o trabalho comum de uma grande e articulada realidade produtiva, que é também um poderoso fator de identidade da Itália no mundo", declarou em um comunicado o subsecretário do Desenvolvimento Econômico, Ivan Scalfarotto.
 
"O setor da moda ampliado a todas as suas facetas representa 14% das nossas exportações e seu crescimento foi de 3% em 2015. A Itália é o único país no mundo a receber o setor em seu conjunto, dos fios aos tecidos, da confecção aos acessórios", destaca ainda o dirigente.
 
Para apoiar o segmento têxtil e vestuário, o governo italiano trabalha, por outro lado, em um plano de financiamento extraordinário, que deve chegar a 130 milhões de euros.

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