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Estela Ataíde
Publicado em
15 de set. de 2021
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Inditex se recupera e fecha primeiro semestre com um lucro de 1.272 bilhão de euros

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
15 de set. de 2021

O grupo espanhol colocou um ponto final na crise provocada pela pandemia. No primeiro semestre do seu ano fiscal, período compreendido entre 1 de fevereiro e 31 de julho, a Inditex superou as perdas de 195 milhões de euros registradas no ano anterior, atingindo um lucro de 1.272 bilhões de euros.


Novo edifício daZara.com em Arteixo - Inditex


O faturamento do conglomerado têxtil fundado por Amancio Ortega foi de 11.936 bilhões de euros, + 49% em relação ao mesmo período de 2020 e +53% a câmbio constante. De acordo com os dados publicados no relatório financeiro semestral do grupo, divulgado na quarta-feira, 15 de setembro, a Inditex bateu recordes de vendas, lucro e geração de caixa no segundo trimestre, correspondente ao período de maio a julho. São os números mais altos que a empresa já registrou no referido período.
 
As vendas a câmbio constante aceleraram, ultrapassando em 7% a referência histórica anterior do segundo trimestre de 2019 e atingindo 6.993 bilhões de euros. Da mesma forma, na mesma linha de resultados, o lucro do segundo trimestre de 2021 atingiu 850 milhões de euros, superando o nível anterior de 2019.

O presidente da Inditex, Pablo Isla, afirmou que os bons resultados são “fruto do compromisso de todas as pessoas que integram a empresa em oferecer a máxima qualidade criativa da moda”. “Graças a todos eles, estamos a aproveitar ao máximo as vantagens da transformação estratégica sustentável no nosso modelo de negócio.”

Canal online ultrapassará 25% do faturamento total em 2021


 
Da mesma forma, o resultado operacional bruto (Ebitda) ultrapassou os 3.100 bilhões no primeiro semestre, +109%, enquanto a margem bruta atingiu uns "robustos" 57,9% sobre as vendas, como resultado da execução do modelo de negócio, da sua flexibilidade e da transformação digital. Com as informações disponíveis atualmente, a empresa espera uma margem bruta em torno de 57,5% para 2021.
 
A atividade online, por sua vez, continua a registar um “crescimento notável”, situando-se em 36% a uma taxa de câmbio constante, acima da registrada no primeiro semestre de 2020 e 137% superior à de 2019, antes da pandemia. As vendas online ultrapassarão 25% do total em 2021. No final do período, a geração de caixa atingiu 8.023 bilhões de euros, acima dos 6.486 bilhões de 2020 e dos 6.730 bilhões de 2019.
 
A empresa fundada por Amâncio Ortega destacou que estes números foram alcançados em uma conjuntura com menos 15% de horas úteis (-6% no segundo trimestre) devido aos fechamentos, limitações e restrições de capacidade que foram adotadas de acordo com a incidência da pandemia nas diferentes áreas geográficas e localidades específicas.
 
Triana Alonso com Europa Press

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