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Hugo Boss visa um crescimento mais rentável até 2022

Por
AFP
Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
today 15 de nov de 2018
Tempo de leitura
access_time 2 Minutos
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O grupo de prêt-à-porter alemão Hugo Boss apresentou na quinta-feira um plano estratégico para 2022, visando uma melhor rentabilidade continuando a focar-se suas duas marcas principais, Hugo e Boss.


Hugo Boss


"Queremos crescer mais rapidamente que o mercado e os nossos lucros devem desenvolver-se muito melhor que as nossas vendas", declarou Mark Langer, chefe do grupo, citado num comunicado.
 
Nos próximos quatro anos, o volume de negócios da empresa de Metzingen, que ascendeu a 2,7 bilhões de euros no ano passado, deverá aumentar em média 5 a 7% por ano, a taxas de câmbio constantes.

A margem de lucro operacional deverá, por seu lado, chegar a 5% das vendas, ou 3 pontos melhor do que o nível esperado para o exercício de 2018.

Algo que passará por um aumento de produtividade a uma média de 4% por ano, obtida por uma "renovação das lojas" detidas diretamente "sem encargos" e pelo desenvolvimento de todos os canais de distribuição, de acordo com um plano que será detalhado na quinta-feira, durante uma jornada com investidores em Londres.

O grupo continua a sua reestruturação lançada no outono de 2016 para travar a erosão das suas vendas, tendo na altura decidido encerrar as lojas não rentáveis, reorientando-se para as marcas Hugo e Boss e para o desenvolvimento do comércio eletrónico.

A ideia é, no futuro, "personalizar ainda mais as ofertas" e serem mais reativos, a fim de conseguirem responder prontamente aos desejos dos clientes e às tendências do mercado, pode ler-se no comunicado.

O grupo espera também quadruplicar até 2022 as vendas online, realizadas no site próprio da marca, que no ano passado representaram 3% das vendas globais.

A Ásia também tem um lugar de destaque, sendo que a região deverá ver a sua quota das vendas passar de aproximadamente 15% este ano para 20% em 2022. 

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