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Novello Dariella
Publicado em
24 de jun. de 2020
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Hugo Boss nomeia Daniel Grieder como CEO

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
24 de jun. de 2020

Do CEO da Tommy Hilfiger e líder do grupo PVH na Europa à CEO da Hugo Boss, Daniel Grieder assumirá seu novo papel na empresa alemã de moda em 1º de junho de 2021. Grieder substitui Mark Langer, que deixará a empresa em 30 de setembro.


Daniel Grieder - PVH


"Daniel Grieder é a nossa melhor escolha para o cargo de CEO. Sua experiência internacional, personalidade carismática e extensa experiência global em gerenciamento de marcas, produtos, distribuição, marketing e digitalização fazem dele o candidato ideal", disse Hermann Waldemer, Presidente do Conselho de Administração da Hugo Boss, destacando algumas das características que marcaram a carreira do líder no Grupo PVH, como o desenvolvimento da Tommy Hilfiger por meio de colaborações sólidas, os desfiles "see now, buy now"  e a aposta na digitalização e no posicionamento mais jovem da marca.

"Ele possui todas as qualidades necessárias para liderar a Hugo Boss novamente em direção ao crescimento das vendas e do lucro, além de aumentar o interesse dos consumidores por nossas marcas", acrescentou o presidente da empresa alemã. Por sua parte, Daniel Grieder descreveu a empresa como "organização fantástica", enfatizando que tem "potencial considerável".

"Minha chegada acontece em um momento empolgante e espero contribuir para evoluir esse ícone da moda alemã. Juntamente com os membros do conselho de administração e a equipe experiente e qualificada, farei tudo o que estiver ao meu alcance para liderar Hugo Boss rumo à um futuro de sucesso", concluiu o líder que, aos 58 anos, tem 3 décadas de experiência na indústria da moda.

Com a nomeação de Grieder, a Hugo Boss parece ter encontrado a pessoa que determinará as estratégias da empresa após o impacto da pandemia, bem como o caminho que a colocará de volta em uma posição vencedora. No final do ano fiscal de 2019, o faturamento do grupo alemão cresceu 2% à taxa de câmbio constante, para 2.884 bilhões de euros. No entanto, seu resultado operacional ficou abaixo das expectativas, com uma queda de 4%, para 333 milhões de euros.

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