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Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
12 de nov de 2019
Tempo de leitura
3 Minutos
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Hong Kong afeta a Richemont, que não faz comentários sobre a Tiffany

Traduzido por
Estela Ataíde
Publicado em
12 de nov de 2019

A Richemont, o segundo maior player mundial do setor do luxo, quer concentrar-se no desenvolvimento das suas próprias marcas e não tem comentários a fazer sobre a proposta de aquisição da Tiffany pela sua rival LVMH, declarou na sexta-feira o seu diretor financeiro, por ocasião da publicação dos resultados do primeiro semestre de 2019/2020, ligeiramente manchados pela situação em Hong Kong.


Fotografia de arquivo - REUTERS/Arnd Wiegmann


Este indicou também que a Richemont não procurava ativamente alvos para possíveis aquisições. O grupo LVMH revelou no mês passado as suas intenções sobre a Tiffany. A marca de joalharia americana pediu ao número um mundial do luxo que subisse a sua oferta.
 
A Richemont indicou também que as manifestações em Hong Kong pesaram sobre o crescimento das vendas nos seis meses até 30 de setembro. No entanto, a solidez da demanda no resto da China, na Coreia do Sul, no Japão e nos Estados Unidos mais do que compensou esse impacto.

De acordo com dados divulgados na semana passada, as vendas a retalho no território de Hong Kong nos setores da joalharia, relojoaria e presentes de luxo caíram 47,1% em agosto e 40, 8% em setembro.

A Richemont indica um aumento global nas vendas de 9% para 7,397 bilhões de euros no primeiro semestre do ano fiscal de 2019/20, ou seja, +6% a taxas de câmbio constantes.
 
O seu lucro líquido está globalmente estável em 869 milhões de euros, excluindo uma receita excecional de 1,4 bilhão de euros nos doze meses precedentes, o que distorceria a comparação. O resultado operacional ainda está um pouco abaixo das expectativas dos analistas, que esperavam melhor do que o crescimento anunciado de 3%.
 
A divisão de moda e acessórios (Montblanc, Chloé, Peter Millar...) viu o seu volume de negócios aumentar apenas 1% nos primeiros seis meses do exercício, para 941 milhões de euros, mas volta ao verde com um pequeno lucro. A divisão digital formada pela YNAP e pela Watchfinder viu as suas vendas subirem 32% para 1,179 bilhão de euros, mas as suas perdas operacionais foram aumentadas pelos investimentos do cluster. Por fim, a atividade global do segmento de joalharia subiu 8%, para 3,736 bilhões de euros e "gerou uma rentabilidade elevada", revela a direção.

O CEO do grupo, Johann Rupert, destacou vários pontos positivos para o período atual, como o lançamento da parceria entre a YNAP e a Alibaba, dando origem à nova montra Net-A-Porter no Tmall Luxury Pavilion a 30 de setembro como "uma primeira etapa importante no desenvolvimento da parceria de longo prazo com a Alibaba", declarou o presidente. Este acrescentou que a recente aquisição da Buccellati "ajudará a Richemont a tirar proveito do potencial a longo prazo do mercado das joias" e, principalmente, que o novo acordo com o criador Alber Elbaz "trará uma dinâmica valiosa ao grupo".

A Richemont detém nomeadamente as marcas Cartier, Van Cleef, Chloé, Net-a-Porter, Montblanc, Dunhill ou Piaget. O grupo adquiriu a marca de joalharia italiana Buccellati em setembro.
 
A redação com a Reuters

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