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H&M e C&A lideram novo Índice de Transparência da Moda

Publicado em
22 de abr de 2020
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4 Minutos
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O mais recente Índice de Transparência da Moda elegeu as marcas H&M e C&A como as líderes no caminho da transparência, entre as 250 maiores marcas e varejistas de moda do mundo. Mas, essas marcas também precisam de fazer mais, em geral e durante a crise do Covid-19.


H&Mé a marca com maior pontuação na lista anual da Fashion Revolution - H&M/GMB Akash


A lista anual da Fashion Revolution elegeu a H&M a marca com a maior pontuação, com 73% dos 250 pontos possíveis, pois a empresa "publica informações detalhadas sobre sua cadeia de suprimentos e se concentra em várias questões sociais e ambientais".
 
No segmento de luxo, a Gucci foi a marca com a maior pontuação, com 48%, em comparação com 40% em 2019. Ela também foi a única a obter 100% da pontuação na seção Política e Compromissos, enquanto as outras marcas do Kering Group aparecem logo atrás.

Num marco histórico, este é o primeiro ano desde a criação do Índice que uma marca pontua  70% ou mais, embora poucas tenham atingido esse nível.

Depois da H&M, a C&A ficou em segundo lugar, com 70%, seguida por Adidas e Reebok com 69%, Esprit com 64% (provando que seus problemas de negócios não estão afetando sua  transparência), Patagônia com 60%, e a britânica Marks & Spencer com 60%.

As marcas com as pontuações mais baixas, 0%, foram Bally, Max Mara, Pepe Jeans, Tom Ford, Elie Tahari, Jessica Simpson, Mexx, e as chinesas Belle, Heilan Home e Youngor.
 
A Fashion Revolution acompanhou as principais marcas e comparou seu desempenho em cinco  áreas-chave desde 2016. O índice 2020 também incluiu indicadores que abrangem uma ampla gama de tópicos, como bem-estar animal, biodiversidade, produtos químicos, clima, due diligence, trabalho forçado, liberdade de associação, igualdade de gênero, salário digno, práticas de compra, divulgação de informações sobre fornecedores, resíduos e reciclagem e condições de trabalho.

O novo índice mais trouxe mais 50 marcas e varejistas, algumas com pontuação bastante baixa. Entre elas estão: a norte-americana Fashion Nova (pontuação final: 2%), a indiana Koovs (2%), e a britânica PrettyLittleThing (9%).
 
Porém, embora muitas pontuações tenham sido baixas e a pontuação média para as 250 marcas revisadas este ano tenha sido de apenas 23%, houve um aumento de 2 pontos percentuais em relação à 2019. Entre as 98 marcas revisadas nos últimos quatro anos, houve um aumento 12 pontos percentuais na pontuação média.

Entre as marcas que registraram os maiores aumentos este ano estão: Under Pressure Monsoon, cuja pontuação subiu 23 pontos percentuais, Ermenegildo Zegna (+22 pontos percentuais), Sainsbury's (+19), Dressmann (+17), e Asics, Urban Outfitters e Anthropologie, todas com +15 pontos percentuais.


Pontuação daMonsoon subiu 23 pontos percentuais este ano - Monsoon



Uma abordagem mais detalhada, porém necessária 

O novo índice também mostrou que Ermenegildo Zegna se tornou a primeira marca de luxo a publicar uma lista detalhada de seus fornecedores e, no geral, 40% das marcas estão publicando uma lista de seus principais fabricantes, ante 35 % em 2019. Mas, apenas 7% estão divulgando alguns de seus fornecedores de matérias-primas, ante 5% no ano passado.
 
A diretora de política global e autora do relatório, Sarah Ditty, disse: "Enquanto estamos vendo um progresso notável na transparência, ainda há muito mais que as marcas de moda podem fazer para fornecer dados confiáveis ​​e abrangentes que permitam aos consumidores tomar melhores decisões, aos sindicatos e ONGs ajudar as marcas a fazerem melhor pelos trabalhadores e pelo planeta vivo, e a quaisquer outras partes interessadas para impulsionarem mais progressos".

"Mais da metade das marcas analisadas pontuaram 20% ou menos, mostrando que ainda há um longo caminho a ser percorrido em direção à transparência. Todos os anos exploramos com mais detalhe algumas questões-chave. Este ano, optamos por focar em condições, consumo, composição e clima como nossos tópicos de destaque, e a pontuação média nesta seção foi de apenas 15%".

Ditty acrescentou que, desde o início da pandemia de COVID-19, "tem visto o impacto devastador das práticas de compra das marcas, tais como cancelamento de pedidos e pagamentos atrasados de alguns dos mais vulneráveis da cadeia de suprimentos. A grande maioria destes trabalhadores não possui sistemas de proteção social e não tem economias, devido aos baixos salários que continuam recebendo para a fabricação de roupas de algumas das empresas mais rentáveis do mundo. Esta pandemia demonstra exatamente por que a transparência na indústria da moda é tão vital e por que não podemos nos dar ao luxo de voltar aos negócios como eram".
 
O índice atual mostrou que apenas 6% das marcas revelam uma política de pagamento aos fornecedores em um prazo máximo de 60 dias e apenas 2% publicam o percentual de pedidos com pagamento pontual aos fornecedores, de acordo com os termos acordados. O relatório observou que "apenas 15% das marcas publicam uma estratégia de saída responsável, detalhando as etapas progressivas que tomam quando deixam de trabalhar com um fornecedor, em vez de adotar uma abordagem simples. Apenas 2% das marcas revelam a porcentagem acima do salário mínimo pago aos trabalhadores em sua cadeia de suprimentos, e apenas a Patagônia revela dados sobre o número de trabalhadores em sua cadeia de suprimentos que recebem um salário digno ".
 

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