H&M, uma marca de “luxo”

A célebre cadeia de moda sueca é, cada vez mais, uma marca para todas as carteiras. Dona de uma estratégia que está fazendo escola, a H&M tem se destacado não só como motor da fast-fashion mas também no universo do luxo.

H&M
Campanha da H&M na Europa


A colaboração da cadeia sueca com a casa francesa de luxo Lanvin e a abertura de uma loja na avenida parisiense Champs Elysée, lado a lado com as exclusivas marcas Louis Vuitton e Cartier, entre outras, são os mais recentes passos da H&M para a democratização definitiva da moda das elites.

As criações assinadas por Alber Elbaz para a já icônica marca da fast-fashion revelaram-se mais um sucesso de vendas, a juntar às precedentes parcerias com Karl Lagaerfeld, Matthew Wiliamson, Roberto Cavalli ou Rei Kawakubo (Comme des Garçons).

Por outro lado e depois de alguns percalços pelo caminho, a H&M chegou, com pompa e circunstância à mais bela avenida do mundo: Champs Elysée, em Paris. O novo espaço, muito elegante mas não menos contemporâneo, é da autoria do conceituado arquiteto francês Jean Nouvel. "Misturámos elementos de inspiração industrial, mais pesados, com mobiliário e detalhes modernos", afirmou Jean Nouvel, acrescentando que "enquanto mostram as imagens das coleções à venda, as televisões de LCD sobem e descem pelos andares através de cabos de aço que funcionam como elevadores. No andar feminino, uma enorme passarela dá destaque às principais peças da estação".

Com esta nova aposta no varejo a H&M consegue propor uma receita infalível, ou seja, peças exclusivas a preços acessíveis num ambiente sofisticado.

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