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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
11 de mai. de 2022
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Gucci emite declaração em apoio aos direitos reprodutivos das mulheres

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
11 de mai. de 2022

Em meio aos temores de uma possível revogação do direito ao aborto nos Estados Unidos, legalizado desde 1973 após o caso Roe vs Wade, a marca de moda de luxo italiana, Gucci, emitiu uma declaração clara de que continuará a apoiar as mulheres e seu direito ao aborto por meio da Chime for Change - sua iniciativa global de longa data que promove a igualdade de gênero.


Gucci emite declaração em apoio aos direitos reprodutivos das mulheres - Gucci


“Quando a Gucci fundou a campanha global Chime for Change em 2013, a empresa se comprometeu a usar sua voz e recursos na luta global pela igualdade de gênero. Como agora enfrentamos um momento crítico na história dos Estados Unidos, a Gucci permanece firme em sua crença de que o acesso à saúde reprodutiva é um direito humano fundamental”, disse a marca na declaração.

“A empresa agora fornecerá reembolso de viagem a qualquer funcionário dos Estados Unidos que precise de acesso a cuidados de saúde não disponíveis em seu estado de origem. Por meio da campanha Chime for Change, a Gucci também continuará apoiando organizações parceiras que permitem o acesso à saúde reprodutiva e protegem os direitos humanos, especialmente para os mais vulneráveis”.

No início deste mês, a Gucci anunciou a última rodada de doações e um compromisso crescente com o Chime for Change em 2022. Em particular, desde sua fundação em 2013, a campanha arrecadou mais de US$ 19 milhões para apoiar projetos em 89 países, beneficiando globalmente mais de 630.000 meninas e mulheres e alcançando mais de 3 milhões de familiares e membros da comunidade.

A Gucci está seguindo os passos da Amazon, que também anunciou na semana passada que pagará até US$ 4.000 em despesas de viagem anualmente para tratamentos médicos sem risco de vida, incluindo abortos, para seus funcionários nos Estados Unidos. Outras empresas que se manifestaram em apoio aos direitos reprodutivos incluem Levi Strauss & Co, Mejuri e Unilever, para citar algumas.

A Suprema Corte dos Estados Unidos deve decidir se irá revogar a lei até o final de junho

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