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Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
13 de mai de 2021
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Global Fashion Group continuou crescendo no primeiro trimestre

Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
13 de mai de 2021

O Global Fashion Group (GFG) disse na quarta-feira (12) que experimentou um primeiro trimestre sólido, uma vez que atraiu mais clientes para seus vários sites e teve uma forte recuperação de seus consumidores regulares. Ele também atraiu mais marcas para seus negócios e seu Valor de Mercadoria no Mercado Líquido (MNMV) quase dobrou.


Global Fashion Group


O proprietário das plataformas Dafiti, Lamoda, Zalora e The Iconic disse que registrou "taxas de crescimento excepcionais" em suas várias regiões. O crescimento na América Latina foi particularmente satisfatório, +28,7%, em meio a um ambiente desafiador e à difícil situação da pandemia. A empresa também destacou que a operação ANZ (Austrália e Nova Zelândia) "serve de referência para a recuperação pós-pandemia" com "categorias de saída se recuperando em linha com o crescimento regional", apesar das categorias dedicadas ao confinamento continuarem apresentando um bom desempenho.

O valor líquido das mercadorias aumentou 37,8% à taxa de câmbio constante, muito acima do aumento de 13,1% verificado pela GFG no primeiro trimestre de 2020. O crescimento à taxa de câmbio corrente foi 20,9% inferior, totalizando 449,9 milhões de euros, mas ainda assim um resultado impressionante.

As receitas aumentaram 26,6% à taxa câmbio constante, superando mais uma vez o crescimento de 13,1% observado no ano anterior, com um aumento de 11% à taxa de câmbio corrente, para 301,3 milhões de euros. Como mencionado no início, o MNMV disparou, +98,5%, atingindo uma participação de 35,9%.

O grupo disse ter visto um crescimento de clientes ativos, +25,8%, com o valor líquido de mercadoria por cliente ativo aumentando 3,6%, para 121,90 euros. A margem bruta totalizou 44,1%, ante 40,6%, mas a margem Ebitda ajustada caiu de 8,3% para 3,8%. A empresa atingiu um Ebitda ajustado de 11,5 milhões de euros, em comparação com 22,7 milhões no ano anterior. Já o lucro bruto atingiu 132,9 milhões de euros, ante 110,1 milhões de euros.

A empresa também confirmou sua orientação para o ano inteiro e disse que espera que o valor líquido das mercadorias cresça mais de 25%, com receita de cerca de 1,5 bilhão de euros em moeda constante. Ela também estima uma melhora modesta no Ebitda ajustado.

“À medida que a adoção do e-commerce continua, nos beneficiamos de uma visão ampla de como os clientes estão respondendo em quatro mercados altamente diversos. Com 1,5 milhão de novos clientes e um desempenho mais forte em mercados onde as restrições da Covid foram suspensas, estamos muito otimistas quanto a cumprir nossa ambição de construir um negócio de mercadorias com valor líquido de 10 bilhões de euros”, destacaram os co-CEOs Christoph Barchewitz e Patrick Schmidt.

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