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4 de mar. de 2013
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Falsificação: a derrocada dos confiscos após decisões europeias

Publicado em
4 de mar. de 2013

As alfândegas francesas confiscaram apenas 4,6 milhões de produtos falsificados no ano passado, uma queda de 47%. Após a decisão Nokia/Philips tomada pela Corte Europeia de Justiça no fim de 2011, os agentes não podem mais controlar os bens em simples trânsito. Fora isso, estes últimos representavam até então cerca de 30% dos bens falsificados confiscados pelas alfândegas. Bercy anunciou a mobilização do governo para fazer com que a legislação europeia a cerca desse assunto evoluísse.

Muitas marcas estão presentes, apesar de tudo, em um camelô de Casablanca


As roupas continuam a ser os produtos falsificados mais confiscados, com 1,1 milhões de peças detidas. A isto acrescentam-se 410.000 joias e 280.000 pares de sapatos, considerando que o mercado do luxo seria vítima de um forte aumento, segundo a União dos Fabricantes (Unifab). Os confiscos efetuados em cargas expressas, no que diz respeito aos pedidos de pessoas físicas na Internet, representam sempre uma parte importante e crescente dos confiscos, com 1,4 milhões de produtos falsificados.

"Eu saúdo o trabalho diário dos agentes operacionais da Alfândega no qual a Unifab confia, para a luta antifalsificação, na parte da formação", declarou Christian Peugeot, presidente da Unifab, "mas também o compromisso anunciado pela Senhora Nicole Bricq de se mobilizar ao lado das empresas, pelo bem do consumidor, a fim de que a falsificação seja, de novo, considerada uma atividade plenamente ilícita na Europa, no mesmo patamar que todos os outros tráficos, com os quais, aliás, com muita frequência está misturada".

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