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29 de mar. de 2015
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Estudo CBRE: Alemanha continua a seduzir os varejistas

Publicado em
29 de mar. de 2015

Segundo o novo estudo da consultoria de negócios imobiliários CBRE, realizado junto de mais de 115 marcas internacionais, “How active are retaillers globally”, a Alemanha mantém a sua posição de número um pelo segundo ano consecutivo como o mercado de varejo mais visado no mundo: 40% das marcas questionadas preveem abrir neste país uma loja em 2015.

Inauguração de uma Prada na Alemanha


O Reino Unido segue de perto, com 33% das marcas. A França encontra-se na terceira posição, com 31%. No ano passado, ela era segunda e o Reino Unido, terceiro.
 
Na quarta posição, segue a China, com 28%, depois a Espanha (23%), Hong Kong (22%) e, em seguida, cada um com 21%, o trio Itália, Holanda e Estados Unidos.

As marcas internacionais continuam a visar à Alemanha, principalmente em razão da possibilidade de acessar um mercado com mais de 30 grandes cidades com grande poder de compra.
 
Apesar deste interesse muito marcado pelo mercado alemão, segundo o estudo, os aluguéis, no entanto, permanecem estáveis ou tiveram uma alta comedida.
 
Reino Unido continua ainda a ser privilegiado pelas marcas internacionais, e a demanda de locais comerciais continua vigorosa, particularmente em Londres, como bem testemunha a alta dos aluguéis e dos valores de venda ou de direito ao ponto.
 
Em seguida chega a França, mercado maduro com grandes metrópoles regionais e muitos centros comerciais. Em geral, as marcas são atraídas pela possibilidade de atingir rapidamente a massa crítica e se concentram em Paris e na região parisiense, antes de se desenvolverem nas outras cidades.
 
Segundo a CBRE, as modificações em curso no território francês dizem respeito à abertura dos comércios aos domingos (passando de 5 para 12 domingos por ano em algumas regiões), e a criação de zonas turísticas internacionais (onde os comércios poderão ficar abertos aos domingos durante todo o ano) é de natureza a reforçar a atratividade da França junto das marcas.
 
O estudo oferece também números por grandes regiões mundiais. Por exemplo, 50% dos varejistas da região Ásia-Pacífico olham primeiro para a Coreia do Sul. Se os varejistas da região Europa, Oriente Médio e África se interessam prioritariamente pela Alemanha, com 47%, já 43% dos Americanos pensam no Japão, China e em Hong Kong.
 
Há ainda diferenças segundo os posicionamentos. As marcas e marcas de luxo visam com prioridade, 85%, à região Ásia-Pacífico, ao passo que os varejistas de moda, coração do mercado, pensam na região EMEA, 78%.
 
Vale ressaltar que quase a metade das marcas interrogadas indicou que as incertezas sobre as perspectivas econômicas e a alta dos custos, basicamente alimentada pelo peso dos aluguéis e pela falta de locais comerciais de qualidade, eram suas grandes preocupações para 2015.
 
Aliás, os grandes projetos de desenvolvimento das marcas que buscam abrir mais de 40 pontos de venda estão sofrendo uma queda de 9% em 2015 em relação a 2014.

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