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Publicado em
2 de jun de 2020
Tempo de leitura
5 Minutos
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Empresas respondem a protestos contra o racismo e a injustiça nos Estados Unidos

Publicado em
2 de jun de 2020

Enquanto os protestos em resposta à injustiça contra os afro-americanos - e as mortes de Ahmaud Arbery, Breonna Taylor e George Floyd - prosseguem em cidades dos Estados Unidos, muitas empresas se posicionaram e emitiram respostas públicas sobre o assunto.


"Black lives matter" - Instagram @nordstrom


Nordstrom

A Nordstrom fez uma longa declaração do presidente e CEO da marca, Pete Nordstrom, e do CEO, Erik Nordstrom, que abordou a necessidade de agir para criar mudanças.

"Como muitos de vocês, ficamos profundamente entristecidos e indignados com os recentes acontecimentos no nosso país", lê-se na declaração. "As mortes sem sentido de George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitos outros refletem o preconceito racial profundamente enraizado e a injustiça que ainda existem em nossas comunidades".

"A morte desnecessária e injusta de alguém não deve ser aceita. A questão da raça e as experiências de demasiadas pessoas de cor não podem ser ignoradas. Devemos aos nossos funcionários, aos nossos clientes e às nossas comunidades ser muito claros na condenação destes atos de violência. Eles representam um desrespeito aos direitos humanos básicos que não tem lugar nas nossas comunidades ou no nosso país, e certamente não na Nordstrom".

"Como empresa, sabemos que temos a oportunidade de melhorar as coisas, e é por isso que nos últimos anos ampliamos os nossos esforços em diversidade, inclusão e pertencimento à Nordstrom. Começamos não apenas falar, mas também ouvindo".

No domingo (31), a Nordstrom fechou temporariamente todas as suas lojas depois que algumas, em cidades como Los Angeles e Seattle, foram vandalizadas e saqueadas durante os protestos.


"For once, Don't do it" - Instagram @nike


Nike

A Nike fez a sua própria declaração e transformou seu slogan "Just Do It", para "For once, Don't do it" (Por uma vez, não o faça), em um vídeo publicado em suas redes sociais.

"Não finja que não há problema na América", lê-se na declaração. "Não vire as costas ao racismo. Não aceite que nos tirem vidas inocentes. Não arranje mais desculpas. Não pense que isto não o afeta. Não fique sente e calado. Não pense que você não pode fazer parte da mudança. Façamos todos parte da mudança".


"Racism" - Instagram @adidas


Adidas

Deixando de lado as rivalidades, a Adidas retuitou a declaração da Nike no Twitter e compartilhou a sua própria declaração, escrevendo: "Juntos é como avançamos. Juntos temos o poder de fazer mudanças. Juntos temos de lutar contra o que está errado e fazer o que é certo".


"As a team we've vowed to face pain with purpose" - Instagram @target


Target

No dia seguinte ao anúncio do fechamento temporário de algumas lojas, a Target em toda a área de Minneapolis-Saint Paul, Minnesota, divulgou uma declaração do CEO Brian Cornell dirigida às "nossas equipes e comunidades nas Twin Cities e além".

"Como equipe da Target, nos juntamos e nos consolamos, assistimos a cenas horríveis semelhantes às que estão acontecendo agora e choramos que não está havendo mudanças suficientes. E, como equipe, juramos enfrentar a dor com propósito. As nossas equipes de loja e RH estão trabalhando com todos os membros de nossa equipe deslocados, incluindo os mais de 200 membros da loja de Lake Street, em Minneapolis, e garantiremos que eles recebam todo o pagamento e benefícios nas próximas semanas, bem como acesso para outros recursos e oportunidades dentro da Target".

"Em qualquer uma das nossas outras lojas danificadas ou em risco, a segurança e o bem-estar da nossa equipe, dos clientes e da comunidade ao redor continuarão sendo nossa prioridade".

Desde então, a Target estendeu o fechamento temporário de lojas e reduziu o horário para mais de 200, incluindo pontos de venda na Califórnia, Geórgia e Filadélfia, entre outros estados, após a vandalização de várias de suas lojas.


"...Together we stand with solidarity with Black community..." - Instagram @amazon


Amazon

Em um comunicado, a gigante do comércio eletrônico condenou publicamente o que chamou de "tratamento desigual e brutal dos negros em nosso país".

"Juntos, somos solidários com a comunidade negra - nossos funcionários, clientes e parceiros - na luta contra o racismo sistêmico e a injustiça".

Assim como as declarações de muitas outras empresas, a da Amazon, sensibilizando para a injustiça, recebeu rapidamente reações negativas de pessoas que chamaram a atenção para a relatos recentes envolvendo a empresa, acusada de ter supostamente maltratado funcionários de seus depósitos.


"Live in new world" - Instagram @virgilabloh


Virgil Abloh

Virgil Abloh, diretor artístico da Louis Vuitton e designer da marca Off-White, provocou animosidade nas mídias sociais por sua resposta aos protestos.

Em uma postagem no Instagram que foi posteriormente excluída, Abloh compartilhou um vídeo da loja vandalizada e saqueada de Los Angeles em Round Two, revendedora de streetwear fundada por Sean Wotherspoon.

No post, Abloh criticou os saqueadores, escrevendo: "Isso me dá nojo. Para as crianças que saquearam a loja [Wotherspoon], o RSVP DTLA e todas as nossas lojas, apenas saibam que esse produto que está olhando para você em sua casa/ apartamento está contaminado e e um lembrete de uma pessoa que espero que você não seja".

Abloh publicou ainda alguns Stories no Instagram, citando o vandalismo como uma razão pela qual ele disse que "'streetwear' está morto".

Críticos disseram que a declaração fez parecer que Abloh se preocupa mais com os produtos do que com as vidas perdidas e as injustiças que inspiraram os protestos.

Abloh provocou ainda mais desaprovação depois de compartilhar uma captura de tela de sua doação feita a um fundo de fiança em Miami, totalizando 50 dólares. Muitos viram o valor como extremamente baixo, com alguns apontando que nenhum dos desenhos feitos por Abloh pode ser comprado por 50 dólares.


Marc Jacobs

No Twitter, alguns usuários criticaram Abloh comparando sua resposta aos protestos e a destruição resultante com a declaração pública do designer Marc Jacobs. Em sua conta pessoal no Instagram, Jacobs compartilhou um texto que havia sido publicado pela organização política SURJ NYC com a legenda "#BLACKLIVESMATTER".

"Nunca deixe que eles o convençam de que vidro quebrado ou propriedade é violência", dizia a publicação. "A propriedade pode ser substituída, a vida humana não".

Além da Nordstrom e Target, varejistas e marcas como Walmart, Nike e Adidas fecharam temporariamente suas lojas em meio aos protestos.

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