Empresas de moda marcam presença no ranking das marcas mais valiosas do Brasil

Empresas de varejo e de moda marcaram forte presença na edição de 2019 do ranking BrandZ Brasil, realizado pela WPP e a Kantar, que elege as 60 marcas mais valiosas do país.  O ranking tem como metodologia o valor financeiro gerado pela marca e o seu valor de contribuição, que é a capacidade de aumentar o volume de compra e carregar um premium price. Juntas, as 60 marcas totalizam 69,9 bilhões de dólares este ano, um aumento de 11% em relação ao ano passado. 


A rede de shopping centers, Iguatemi, ficou em 36º lugar e foi a única do setor presente no ranking. - Divulgação

A Magazine Luiza, que está atualmente negociando a compra da Netshoes, e a Renner ficaram no Top 10. Magazine em 7º lugar, avaliada em 2.287 milhões de dólares, uma valorização de 276%; e Renner em 9º lugar, avaliada em 1.903 milhões de dólares, com crescimento de 132%. O banco Bradesco foi o líder desta edição do ranking, com 9,4 bilhões de dólares, um aumento de 35% no valor, seguido pelo Itaú, com 8,3 bilhões de dólares.

Única empresa de beleza do ranking, a Natura ficou 11º lugar, com 1.521 milhões de dólares (+13%). Entre os outros nomes de destaque, a Lojas Americanas ficou em 16º com 1.257 milhões de dólares (+23%); e a varejista online de artigos esportivos, Netshoes, ficou em 29º lugar, com 469 milhões de dólares. A rede de shopping centers, Iguatemi, foi a única do setor presente no ranking, e ficou com o 36º lugar. Já a Havaianas ficou na 46ª posição, com 284 milhões de dólares (-40%); a empresa especializada em calçados femininos, Arezzo, ficou em 43º, com 258 milhões (-21%); a Hering ficou em 52º, com 213 milhões e (+14%) e a Riachuelo ficou em 55º lugar, com 192 milhões de dólares. 

Eduardo Tomiya, diretor executivo da Kantar Brasil, destacou em entrevista ao Exame, que a experiência omnichannel, com integração entre off e online, foi determinante para o sucesso do setor varejista, em especial para empresas como Magazine Luiza, Lojas Americanas e Renner. “No cenário econômico complicado que o Brasil atravessa, com projeção de crescimento do PIB em queda, essas empresas promoveram novas experiências e se mostraram capazes de se reinventar. Marcas que reagem mais rápido à crise tendem a se valorizar mais”, disse o especialista à publicação.

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