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26 de set. de 2013
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Empresários calçadistas unidos pelo pleito da NR-12

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Publicado em
26 de set. de 2013

Durante a última semana, os empresários calçadistas do Polo de Nova Serrana mostraram-se unidos e compareceram em peso para assistir à Palestra “Proteção de Máquinas do Setor Calçadista”, ministrada pelos auditores do Ministério do Trabalho e Emprego de Minas Gerais, Roberto Dório Vila e Marcos Ribeiro Botelho, no dia 18.

Na ocasião, foi apresentada ainda, pelo Sr. Heleno Batista de Freitas, representante do Sindinova, uma pesquisa realizada pelo Sindicato, que apontou os custos e dificuldades que o empresário vai encontrar para cumprir as exigências da NR-12, dentro do prazo estabelecido. O evento representou o início da negociação para alinhar um acordo cujo objetivo é a dilatação dos prazos para as adequações das máquinas do setor calçadista.

Foto: DR


Na ocasião, estavam presentes também, o Procurador do Trabalho de Divinópolis, Sr. Alessandro Batista Beraldo, o Chefe da Seção de Segurança e Saúde do Trabalho da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de MG, Sr. Francisco Alves dos Reis Júnior, a Coordenadora do Projeto Polos Regionais da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de MG, Sra. Maria das Graças Sampaio, o presidente e o vice do Sindinova, Sr. Pedro Gomes da Silva e Sr. Júnior César Silva, além de autoridades municipais, demais membros da diretoria do Sindinova e empresários da indústria calçadista.

O evento começou com a fala do Presidente do Sindinova, que destacou a importância do cumprimento das exigências por parte dos empresários. “O empresário quer cumprir as normas e sabe que são importantes, mas pleiteamos um maior prazo para executa-las, em virtude da complexidade e falta de profissionais para atender todas as empresas do Polo”, explica. Na exposição dos auditores fiscais, foram apresentadas as normas que precisam ser cumpridas, que vão desde manual para máquinas que explicam o uso do equipamento, passando por capacitação profissional, até a aquisição de dispositivos técnicos de segurança, cujos preços variam, podendo chegar a mais de R$ 5 mil, para cada máquina da indústria.

O Procurador do Trabalho de Divinópolis, Sr. Alessandro Batista Beraldo, destacou que o objetivo da NR-12 não é prejudicar a indústria, mas garantir a segurança dos trabalhadores. Beraldo explicou ainda que serão feitas visitas técnicas às fábricas e aquelas que estiverem irregulares serão autuadas, posteriormente, em caso de não adequação, as mesmas poderão responder um inquérito na Promotoria.

De acordo com o presidente do Sindinova, o próximo passo pela busca da dilatação do prazo para se cumprirem as exigências da NR-12, será uma reunião com o Ministério do Trabalho. “O Sindinova está empenhado em alcançar esta conquista, que tanto beneficiará o empresário calçadista”, conclui.

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