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9 de abr. de 2013
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Distribuição: a China ultrapassará os Estados Unidos em 2016

Publicado em
9 de abr. de 2013

O Império do Meio pode ver seu mercado de distribuição alcançar 4.2 bilhões de dólares em 2016, o que o colocaria, pela primeira vez, à frente dos Estados Unidos neste ramo dos negócios.


A China deve ver seu mercado de distribuição crescer 10,3% no exercício 2013, e depois exibir um avanço médio de 10,4% durante os três anos que seguirão, segundo a PwC. Um avanço que passará particularmente pelo reforço do mercado da moda e do vestuário, no qual a Ásia já ultrapassou os mercados da América do Norte e da Europa Ocidental. Um distanciamento que deve, claramente, se intensificar durante os próximos exercícios, segundo a PwC, a qual está esperando um forte desenvolvimento das marcas estrangeiras de fast fashion que, contudo, devem passar por isso sem muitos problemas com uma concorrência local em plena expansão.

"É preciso observar que os distribuidores internacionais terão dificuldades para realizar projetos de expansão com certa envergadura, pois a morosidade de seus mercados de origem provavelmente será sentida nos recursos que eles poderão alocar para os investimentos", analisa Sabine Durand-Hayes, responsável pelo setor de distribuição e consumo da PwC França. "Por outro lado, muitos países da Ásia estão passando por turbulências econômicas e sociais que terão consequências no setor de distribuição. Os distribuidores internacionais também devem estar esperando uma concorrência mais acirrada, por parte dos protagonistas locais, e consumidores cada vez mais exigentes”.


O luxo deve, sem surpresa, ter um papel importante no crescimento da distribuição asiática. O Japão, a Coreia do Sul e a China seriam, desde já, as primeiras fontes de volume de negócios para as marcas do setor. Com até mesmo 20% do volume mundial de negócios concentrado na China. Um sucesso do luxo que, rapidamente, deve se mostrar útil às marcas locais presentes neste segmento e levar a parcerias entre marcas mundiais e locais.

Além de o desenvolvimento do mercado asiático passar por uma importante avanço nas vendas on-line. Cerca de 41,4% do e-commerce B2C internacional deve, dessa forma, estar localizado no continente em 2016. A China sozinha deve captar 23,4% das vendas mundiais, contra 9,9% hoje. Um crescimento que deve ser amplamente apoiado pela ampliação das redes de banda larga, pelo aumento do uso dos Smartfones e pelo importante desenvolvimento das estruturas logísticas na região.

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