Desfiles parisienses: Tecnologia nas passarelas da Cidade Luz

À primeira vista, o estilo arrojado e moderno de Hussein Chalayan contrasta com o tradicional que a Semana de Moda de Paris carrega. Conhecido pelo apelo tecnológico em suas coleções, sua exibição para a temporada de verão 2017-18 surpreendeu pela inovação, criada a partir de uma parceria com a Intel.

 
Investindo em wearables, óculos ganharam a função de sensores de estresse, com a capacidade de coletar dados biométricos do usuário como ondas cerebrais, batimentos cardíacos e frequência respiratória.
 
Esses dados são transmitidos via bluetooth para dispositivos como celulares e, no caso do desfile, para cintos. Para melhor a visualização na passarela, o cinto usado pelos modelos projetava imagem dos dados coletados pelos óculos, mostrando em tempo real as mudanças emocionais do usuário. 


Dentro de um conceito geral, a proposta dos acessórios é unir moda e tecnologia para promover uma melhor qualidade de vida para as pessoas. Pois, com esse auxílio, um aviso claro seria emitido quando uma situação de muita tensão estivesse ocorrendo, alertando o usuário que algo está errado.
 
Na coleção, materiais encorpados deram o tom para peças casuais como camisas, vestidos e calças. Em algumas opções, a alfaiataria apareceu reforçada por viés utilitário, chamando a atenção para bolsos e amarrações.
 
Uma cartela de cores neutra permeou todo o desfile, que ainda contou, nos momentos finais, com peças em volumes excessivos, principalmente na parte superior.

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