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Crise brasileira opaca brilho das passarelas de moda em São Paulo

Por
EFE
Publicado em
today 26 de abr de 2016
Tempo de leitura
access_time 3 Minutos
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A crise pela qual atravessa o Brasil sentiu-se também no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, onde se deu a abertura da 41.ª edição da Semana de Moda de São Paulo, um evento que, apesar de reunir 38 marcas, sente a ausência de outras, como Colcci, representada pela ex-manequim Gisele Bündchen, ou ainda a Animale.

Desfile Lilly Sarti - 41ª São Paulo Fashion Week - Foto: Zé Takahashi/Ag. Fotosite


Em paralelo à situação econômica atual, com um país em recessão, o evento abandona as nomenclaturas baseadas nas estações do ano, como Inverno e Verão, e passa a denominar-se SPFW 41, para não limitar as coleções de moda em um país em que o "calor" é predominante, independente da época do ano.
 
Não obstante, apesar da crise, esta edição registrou um número recorde de patrocinadores, 17 no total, ainda que com cotas mais reduzidas, o que representa um investimento de 20% menos.

O reflexo dessa situação se evidencia tanto na minimalista decoração interna do Pavilhão como na implantação limitada de efeitos especiais nos espaços de desfiles.
 
Se, em edições anteriores, algumas das marcas de vestuário mais fortes conseguiam investir 1,5 milhão de reais (cerca de 422,773 dólares), a média este ano é de 70.000 reais (cerca de 19730 dólares) por desfile.

Desfile Lilly Sarti - 41ª São Paulo Fashion Week - Foto: Zé Takahashi/Ag. Fotosite


Com essa austeridade, as passarelas terão mais modelos da nova geração, a custos menores do que os das grandes estrelas internacionais que desfilaram em outras edições do badalado São Paulo Fashion Week.
 
Face a este panorama de recessão, muitas marcas continuam a apostar neste evento que é claramente o ápice expoente da moda brasileira na atualidade e que se ratifica como a plataforma de lançamento dos designers do Brasil.
 
Com sete novas marcas, a aposta é a tendência internacional do que se denomina "see now, buy now"(veja agora, compre agora) e, por isso, marcas como Ellus 2nd Floor ou Riachuelo terão em suas lojas disponíveis as coleções das linhas apresentadas  nos tablados.
 
A passarela do primeiro dia, segunda-feira, foi inaugurada pela marca Lilly Sarti, com a coleção inspirada em criaturas fantásticas e histórias populares do árido nordeste brasileiro.
 
Lilly Sarti apresentou um estilo casual em vestidos esvoaçantes amplos e tops de seda e algodão vaporosos, combinados com peças de linho em jaquetas e pantalonas acima do tornozelo.
 
Evocando o sertão nordestino, foram apresentados os tons ocres, marrom, laranja e vermelhos, combinados em uma coleção que começou com peças confortáveis de linho e algodão branco, dando espaço a peças mais sensuais de crepe e tule em tonalidades terrosas, todas elas combinadas com sandálias de corte clássico e sofisticado.

Desfile Ronaldo Fraga - 41ª São Paulo Fashion Week - Fotos: Zé Takahashi/Ag. Fotosite


A marca UMA de Raquel Davidovich apresentou em seguida uma coleção de estilo minimalista, que define a marca, na qual predominou a roupa informal com cortes desportivos, trabalhados em tecidos nobres como a seda e as gazes de algodão, na qual as pantalonas e bermudas em tons brancos e negro combinaram calçados desportivos.
 
Os desfiles terminaram com a marca Amabilis, que se apresenta pela primeira vez no SPFW, e é uma das vencedoras do projeto Top 5, como parte do programa de apoio aos designers de moda.
 
A já popular Apartamento 03 e o renomado designer Ronaldo Fraga foram os últimos a apresentar suas coleções no primeiro dia da Semana de Moda de São Paulo, que, apesar da conjuntura econômica do país, oferece um calendário repleto de desfiles e atividades paralelas relacionadas ao setor.

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