Congresso Mundial do Calçado

Nos dias 7 e 8 de novembro de 2011, o Brasil será palco do 4º Congresso Mundial de Calçados, um dos eventos oficiais da Confederação Europeia da Indústria de Calçados (CEC). O evento deve reunir cerca de 400 importantes 'players' da indústria calçadista mundial - representando mais de 20 países - para falar sobre a situação do calçado e do couro no mundo.

Durante a feira alemã GDS - que aconteceu em Düsseldorf de 7 a 9 de setembro - uma coletiva de imprensa destacou a importância do encontro, que tem a cidade do Rio de Janeiro como plano de fundo. Franciso Santos, presidente do Grupo Couromoda, patrocinadora e promotora do evento, dividiu mesa com Vito Artioli, presidente da CEC, e Kirsten Deutelmoser, diretora da GDS & Global Shoes, para atender jornalistas de mídias especializada no setor.

Artioli chamou a atenção para os grandes nomes que estarão presentes no evento e que trocarão ideias com os participantes. “Basicamente, os representantes das entidades calçadistas mundiais mais importantes estarão reunidos no Rio de Janeiro. É preciso, cada vez mais, internacionalizar o calçado no mundo”, enfatiza.

Já Kirsten destaca que o congresso será um ponto de encontro importante para diálogos e definições de desafios futuros da indústria calçadista. Ela observa ainda que a organização da Couromoda é impecável e por isso, já considera o encontro um sucesso. “Além disso, o Brasil é um importante parceiro da GDS e um bom mercado”, esclarece.

Preparativos - “Tudo está praticamente pronto, trabalhamos nos últimos detalhes”, aponta Santos. Ele também menciona que são esperadas cerca de 400 participações efetivas, entre lideranças nacionais e outras vindas de diversas partes do mundo.

Santos reflete que o congresso “acontece num dos momentos mais importantes da economia brasileira, quando o País se equilibra”. Ele ainda enfatiza que o Brasil está em posição de destaque no cenário internacional de calçados, depois da Ásia. “É preciso permanecer e confirmar essa posição de produtos global. O Brasil pode ter seu futuro assegurado. Temos mão de obra qualificada, boa matéria-prima, cluster organizado, enfim, somos competitivos”, afirma Francisco, que reitera que o segmento no Brasil tem um futuro diferente do europeu, por exemplo, que tende a enfraquecer sua indústria.

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