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Publicado em
29 de set. de 2009
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Brilho, mínis e jaquetas: as principais tendências de Milão

Por
Terra
Publicado em
29 de set. de 2009

A temporada de desfiles de Milão ainda não terminou oficialmente, o que só acontece nesta quarta-feira, mas as principais grifes finalizaram as apresentações domingo (27), mostrando um clima escapista e glamouroso, para gente jovem, que gosta de festa, praia e diversão.

Não houve grandes novidades ou aquilo que a gente possa falar: "Nossa, isso é diferente de verdade!" Pelo contrário, muitas grifes fizeram referências a elas mesmas (leia-se Versace, com seus desenhos barrocos; Dolce & Gabbana, com espartilhos; Armani, com sua jaqueta de corte impecável; e até mesmo o retorno da Versus, cuja inspiração foi uma campanha do primeiro ano da marca, em 1990). Talvez reflexo da crise que acometeu o mundo há um ano e causou uma perda de 15% da indústria de moda italiana.

Armani não pára de desmentir rumores que deixará o comando da empresa; Prada acaba de reabrir sua loja no Corso Venezia, para que o consumidor customize sua própria roupa, e muitas outras empresas têm dado ênfase às segundas marcas, mais acessíveis.

Isso não significa que as roupas não sejam desejáveis. Sim, são, mas devem ser adaptadas ao corpo da mulher real. Afinal, a gama de vestidos curtos, de transparências e fluidez de algumas peças não são para qualquer uma. Tudo, claro, pode ser mudado (abaixa um pouco a barra, coloca um top sob as transparências, tira uma ou outra sobreposição e pronto), porque estilista nenhum é louco de mostrar o que é impossível usar em tempos como esses.

Se Milão não se mostra oficialmente lançador de tendências (Nova York e Londres também não trouxeram muitas coisas novas), é possível tirar algumas lições para o verão das passarelas daqui. Algumas delas já se alinhavando há certas temporadas.

Depois de um inverno de muito preto, cor predominante nas ruas, vitrines e eventos de Milão, os estilistas resolveram apostar em cores e estampas. E em brilho, vestidos, transparências, calças mais largas etc.

Confira abaixo oito tendências que se repetiram nas passarelas da capital da Lombardia, região que contribui com 20% do PIB italiano (só Milão é responsável por 10% desse número). Serão vistas na próxima temporada primavera-verão europeia, e, por que não, já expostas nas vitrines brasileiras.

1 - Gente é pra brilhar

Seja com aplicações de metal, cristais e paetês ou o próprio tecido, o brilho é recorrente de Armani a Versace, passando por Cavalli e Prada, além de várias outras grifes. Talvez uma resposta à coleção de inverno, sóbria em demasia, devido à crise detonada um ano atrás. E como disse Giorgio Armani numa recente entrevista: depois de dias difíceis, as pessoas querem glamour. E tem coisa melhor do que brilho para traduzir esse sentimento? Pode aparecer na peça inteira ou em detalhes: barras, aplicações, cintos etc.


Giorgio Armani primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


2 - Paleta ampla

Vivas, intensas e vibrantes. Azul, rosa, verde, amarelo, coral, abóbora, violáceos, vermelho e tons fluo. As cores fortes vêm misturadas num mesmo look ou em produções inteiras. Mas não estão sozinhas na paleta dos estilistas. O preto, o cinza e o branco também dividem espaço com o nude (o novo básico das araras, que dominou o desfile da D&G, junto com o jeans) e com as demais gamas de beges, off-white, marrom e verde-oliva (Max Mara trouxe todas essas). Gucci, por exemplo, usou preto, cinza e branco. Armani apostou no azul e no rosa, Versace, do verde ao amarelo, azuis, coral, rosa etc. Sim, as cores acesas entraram na maioria das grifes.


Max Mara primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


3 - Do outro lado

As transparências passaram pela maioria das passarelas. E vêm em vestidos longos, curtos, em partes das roupas, em locais estratégicos, sobre outras peças ou sem nada por baixo. E aí entra a parte adaptável. Um detalhe transparente, sem parecer vulgar não faz mal para ninguém. Neste quesito, podem entrar até rendas, neoprene cortada a laser, redes, crochês e plástico.


John Richmond primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


4 - O curto, muito curto

A crítica de moda Suzi Menkes, do Herald Tribune, que pertence ao grupo The New York Times, criticou Armani por ter feito vestidos curtos, "ideais para as festas promovidas por Berlusconi". Armani criou até vestidos de noite curtos e para serem usados com calçados baixos. Mas não foi só Armani que encurtou a roupa (o que, aliás, já foi feito há quase 50 anos, primeiro por Courrèges e depois difundido por Mary Quant). Praticamente não houve exceção. O curto parece ser a bola da vez no verão. Se seu corpo, suas pernas ou sua idade não permitirem, não se preocupe. Além do curto, comprido e pelos joelhos também desfilaram.


Angelo Marani primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


5 - Por cima e por baixo

Jogos de sobreposições valem para o verão europeu. Tecidos leves com mais pesados, como fez Cavalli; pantalonas com túnicas, ou vestidos compridos com blusas mais curtas, como visto em Missoni; faixas amarradas em várias direções e jaquetas curtas, com blusinhas mais compridas, usadas com saias ou calças, formando uma espécie de cascata de comprimentos.


Missoni primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


6 - Natureza e abstração

Os desfiles brasileiros de verão trouxeram muitas estampas botânicas: folhas, florzinhas, florzonas etc. Por aqui também, como foi visto nas exageradas e exuberantes flores de Dolce & Gabbana, em fundo vermelho, e nas frutas de Moschino. Florzinhas delicadas passaram por Cavalli e no setentista Etro. Mas misturas de cores na mesma peça formavam jogos geométricos, além de estampas abstratas, de poás, como em Emporio Armani, e xadrezes aqui e ali.


Etro primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


7 - Arquitetura em construção (ou destruição)

Peças com estruturas duras e quadradas estão saindo de cena para entrar um trabalho arquitetônico mais molinho, mais orgânico, mais redondinho. Saias tulipas, shorts e saias blommer (bem arredondado no quadril), calças com os quadris larguinhos e pernas confortáveis (jodhpur, harem, cenoura), com cavalo mais baixo continuam. Mas o que vale mesmo são as amarrações, os plissados, os pregueados, os drapeados e os babados. Com esses recursos, os estilistas criam verdadeiras esculturas de tecidos para as mulheres do fim da primeira década do século 21. Madame Vionet, rainha dos drapeados nos anos 1930, continua a fazer escola. Mas atenção: nada rígido. É preciso ter muito movimento e liberdade.


Emilio Pucci primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


8 - Must-have

Sabe aqueles dias mais frios, que costumam aparecer vez por outra no verão? Uma frente fria, uma viagem para fora, um ambiente resfriado artificialmente. Pois bem, para essas horas entram até trench-coat (Max Mara fez, assim como Cavalli), mas não dá para não ter no guarda-roupa uma jaqueta seca, curta e com corte dos deuses. Podem ter enfeites brilhantes, podem vir no tom fluo, como visto em Versace, pode ser de jeans ou couro leve, não importa, é o principal coringa da estação.


Gucci primavera/verão 2010 Foto: Pixel Formula


Fonte: Rosângela Espinossi

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