Bilionário proprietário da Topshop, Philip Green, é acusado de assédio sexual no movimento britânicos do "Me Too"

Um membro da Câmara dos Lordes do parlamento do Reino Unido disse que o bilionário britânico, Philip Green, dono da Topshop, usou uma liminar para tentar conter a publicação de denúncias de assédio sexual feitas por cinco funcionários.


Philip Green na Semana de Moda de Londres em 2013- Photo: Shutterstock

A acusação contra Green, de 66 anos, cujo império de moda internacional inclui as marcas Topshop e Topman, foi feita depois que vários meios de comunicação informaram que "seus gravadores estavam amordaçados".

Vários membros do parlamento ameaçaram revelar o nome do chefe da empresa depois que o jornal The Daily Telegraph publicou na quarta-feira em sua primeira página a manchete "O escândalo britânico de 'Me Too' não pode ser revelado". O jornal disse que o segundo juiz da mais importante da Inglaterra emitiu na terça-feira um veredito temporário contra a publicação de acusações de assédio sexual e abuso racial de vários funcionários contra seu chefe.

Por fim, Peter Hain, da Câmara dos Lordes, resolveu se pronunciar. Ele disse em uma sessão na quinta-feira que estava usando seu "privilégio parlamentar" para revelar o nome do empresário em questão. "Eu sinto que é meu dever sob privilégio parlamentar anunciar que é Philip Green o indivíduo em questão, uma vez que os meios de comunicação têm sido objeto de uma ordem judicial que impede a publicação dos detalhes de uma história que é claramente de interesse público”, declarou Peter Hain.

Traduzido por Novello Dariella

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