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14 de jun. de 2021
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Benefício emergencial ajuda a preservar 56 mil empregos do setor calçadista em maio

Publicado em
14 de jun. de 2021

Com a maior parte das vendas no mercado interno, onde comercializa mais de 85% da sua produção total, a indústria calçadista nacional chegou a criar 18,6 mil postos de trabalho nos dois primeiros meses do ano, na onda do otimismo da retomada do consumo. Nos dois meses seguintes, com o recrudescimento da Covid-19 e a volta das restrições ao comércio físico, o setor perdeu mais de mais de 10,5 mil empregos. Atualmente, o setor calçadista emprega 255 mil pessoas de forma direta em todo o Brasil. 


Socorro do benefício emergencial teve impacto positivo no setor calçadista - Divulgação



Levantamento da Abicalçados aponta que desde a reedição do BEm, no final de abril, foram realizados mais de 60 mil acordos no âmbito da indústria calçadista, 56,6 mil deles só em maio. Criado no ano passado, o BEm permite que empresas reduzam jornada ou suspendam contratos de trabalho, sendo que o Governo Federal paga complemento salarial para o trabalhador durante o período do acordo, gerando fôlego para a empresa e evitando demissões:

“Podemos dizer que boa parte desses 60 mil acordos salvaram milhares de empregos que seriam perdidos na indústria calçadista”, afirma o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Haroldo Ferreira. 

Para Ferreira, uma possível recuperação só poderá ser sentida a partir de julho, com o avanço da vacinação em massa e a normalização das atividades do comércio físico de calçados em grandes centros de consumo. “Devemos encerrar o ano com crescimento de 12% na produção de calçados, o que deve ter impacto positivo no emprego”, conclui o executivo. 

 

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