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Publicado em
29 de nov de 2016
Tempo de leitura
3 Minutos
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Após Operação 'Calicute', joalherias entram na mira da Lava Jato

Publicado em
29 de nov de 2016

Após a Operação Calicute, desencadeada no último dia 17 de novembro, que prendeu o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e oito pessoas ligadas, as joalheiras que operam no Brasil, em especial, no Rio de Janeiro, passaram definitivamente a estar na mira da Polícia Federal.

Joias apreendidas durante a Operação Calicute. - Foto: Polícia Federal


A Operação Calicute, nome que faz referência às tormentas enfrentadas pelo navegador português Pedro Álvares Cabral quando estava a caminho das Índias, levou à apreensão de quase 300 peças de joias no apartamento do ex-governador carioca, no Leblon, zona sul do Rio.
 
Ainda foram apreendidas peças na casa de outros investigados. O objetivo da ação é investigar desvios de recursos públicos em obras realizadas pelo governo do estado do Rio de Janeiro, uma vez que o prejuízo estimado é superior a 224 milhões de reais.

Segundo o jornal carioca O Globo, em depoimento ao Ministério Público Federal na última sexta-feira, 25, a gerente da joalheria Antonio Bernardo, no Shopping da Gávea, Vera Lúcia Guerra, afirmou que Cabral adquiriu um total de 5,1 milhões de reais em joias pelo sistema paralelo, ou seja, quando se paga as compras em espécie sem a emissão de nota fiscal e comunicação aos órgãos reguladores, no caso o Conselho de Controle de Atividades Financeiras do Ministério da Fazenda (Coaf), sendo que o emissário de Cabral para firmar a negociação era Carlos Emmanuel de Carvalho Miranda.
 
Outra envolvida no imbróglio é a célebre joalheira H.Stern, casa de joias onde o ex-governador realizou a aquisição de 2,1 milhões de reais em joias por meio do mesmo sistema, de acordo com o depoimento de Maria Luiza Trotta, diretora da H.Stern, reportado pelo diário carioca.
 
A dirigente desta última joalheria afirmou, ainda segundo O Globo, que as vendas realizada a Cabral ganharam a emissão de notas fiscais somente na sexta-feira, um dia após a deflagração da operação Calicute, revelando ligações telefônicas regulares entre Carlos Miranda, Vera Guerra, da Antonio Bernando, e Maria Luzia, da H.Stern.
 
Mas não para por aí, já que os policiais encontram cada vez mais envolvidos e indícios de que Cabral estava a realizar essas compras com a finalidade de lavar dinheiro. Assim, outra joalheira que aparece nas investigações é a Sara Joias, que também recebeu ligações do operador de Sérgio Cabral.

Outro lote de joias que, segundo suspeitas da Polícia Federal, tenham sido adquiridas com produto de propina. - Foto: Polícia Federal


Na acusação, o Ministério Público Federal investiga a compra de joias como uma maneira de o grupo criminoso lavar o dinheiro, em razão de as peças serem de fácil transporte e ocultação, além de transformar uma grande quantidade física de dinheiro em objetos de pequeno porte.
 
Entre as peças encontradas pela Polícia Federal nos endereços dos agora presos estão anéis, relógios, colares e brincos, todas peças de alta gama. Peças cravejadas de ouro, brilhantes e colares de pérolas. As joias estão sendo periciadas para identificar se são autênticas e seu valor no mercado.
 
Como se não bastasse tudo estar a desmoronar para a família Cabral, nesta segunda-feira, 28, o juiz da 7ª Vara Federal do Rio, Marcelo Bretas, determinou o bloqueio de bens imóveis de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral, e do seu escritório de advocacia Ancelmo Advogados.
 
O Ministério Público Federal, órgão que solicitou o bloqueio, diz que os laços familiares e de intimidade de Adriana com os investigados são inegáveis. As apurações preliminares revelaram que ela praticou diversos atos que, aparentemente, representam evidências de sua participação na lavagem e na ocultação de proveitos de origem ilícita decorrentes da corrupção, supostamente praticada por seu marido, o também investigado Sérgio Cabral.

Com informações de O Globo e Agência Brasil

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