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22 de ago de 2018
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Amazon passa a vender roupas e itens esportivos no Brasil

Publicado em
22 de ago de 2018

Após muita expectativa, a Amazon acaba de lançar itens de moda e esporte em sua plataforma de marketplace no Brasil. Marcas como Havaianas, Jogê, Copodarte, Rosa Chá, Farm, Speedo, Mizuno, Caloi, Penalty, Fila e Garmin estão disponíveis na plataforma. Ao todo, são mais de 350 mil produtos, entre roupas, calçados, bolsas e acessórios, além de artigos esportivos. 

Amazon passa a vender itens de moda e acessórios esportivos no Brasil - Rosa Chá Primavera/Verão 2018


A companhia não revela quantas marcas fazem parte do marketplace, mas afirma que são centenas de parceiros. Alguns terão páginas personalizadas dentro da plataforma, como Levi’s, Reserva, Animale, Capodarte, Le Lis Blanc e Havaianas. E 25 marcas não estão presentes em nenhum outro marketplace na internet. 

Os itens estão divididos em subcategorias, como alta-costura, novos estilistas brasileiros, marcas nacionais e internacionais, puls-size, vegano e/ou sustentável e produtos artesanais. 

A Amazon cobrará uma taxa de 20% sobre as vendas do segmento moda, e 15% no caso de artigos esportivos. Uma vantagem em especial para as marcas nacionais que entrarem na plataforma é que elas também poderão vender seus produtos no Canadá, Estados Unidos e México.

Já o consumidor poderá aproveitar descontos de até 70% nas duas primeiras semanas de operação do novo marketplace. Além disso, as compras podem ser parceladas em até 10 vezes sem juros no cartão.

Segundo a Amazon, são as próprias marcas que definem os preços dos produtos no Brasil e fazem a logística de entrega. A Amazon entra com a tecnologia, com o serviço de atendimento ao cliente, com a vitrine e com a possibilidade de parcelamento. Esse custo financeiro do parcelamento em até 10 vezes sem juros não é cobrado do vendedor. Os clientes podem devolver o produto em até 7 dias, e o custo da entrega e devolução fica a cargo do vendedor.

O avanço do e-commerce causou um baque nas ações das grandes operadoras de shoppings do país neste ano, mas executivos do setor expressaram confiança de que os hábitos de compras locais, a reputação de shoppings como espaços públicos protegidos do crime e outros fatores os ajudarão a evitar o abalo que atingiu seus companheiros dos EUA.

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