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Amazon desbanca Google e Apple e se torna a marca mais valiosa do mundo

Por
Europa Press
Traduzido por
Novello Dariella
Publicado em
today 12 de jun de 2019
Tempo de leitura
access_time 2 Minutos
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Pelo décimo quarto ano consecutivo, WPP e Kantar revelaram o ranking “Top 100 Most Valuable Global Brands Brand 2019, que destaca as 100 marcas mais valiosas do mundo. A Amazon foi a primeira colocada desta. A empresa americana registrou um crescimento de 52%, para 315,5 bilhões de dólares, e se tornou a marca mais poderosa do mundo. Google, que esteve na liderança no ano passado, caiu para o terceiro lugar, avaliada em 309 bilhões de dólares, enquanto a Apple permanece em segundo lugar, com 309,5 bilhões de dólares. A Nike foi a marca de roupas melhor colocada, na 21ª posição, avaliada em 47,3 bilhões de euros.


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Completaram o "top 10”: Microsoft, Visa, Facebook, Alibaba (que subiu uma posição e se tornou a marca chinesa mais valiosa do mundo), Tencent, McDonald's e AT&T. O relatório mostra que as empresas de tecnologia dominam esse ranking desde sua criação, em 2006.  A empresa que registrou maior crescimento foi o Instagram, e em 2019 quase duplicou seu valor (com crescimento de 95% em relação ao ano anterior), ficando no 44º lugar, avaliada em 28.2 bilhões de dólares.

O luxo foi a categoria que mais cresceu, com 29%, graças aos consumidores da gerações Y e Z e aos canais digitais, seguido pelo varejo, com + 25%. Entre as marcas de luxo mais bem colocadas estão Louis Vuitton, em 24º lugar, com 47,2 bilhões de dólares; Chanel, pela primeira vez no ranking, em 31º, com 37 bilhões de dólares; Hermès, em 37º, com 30,9 bilhões de dólares, e Gucci, no 52º lugar, com 25,7 bilhões de dólares. Entre as marcas dedicadas ao vestuário, a Zara ficou em 61º lugar, com 22,5 milhões de euros, e a Adidas com posição número 100, com 13.3 bilhões de euros.

De modo mais geral, o valor acumulado do Top 100, aumentou para 4,7 trilhões de dólares, um crescimento de 7%. Menos sustentado que no ano passado (+ 21%), de acordo com os autores do ranking, devido à volatilidade e a maturidade dos consumidores, mas também às tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos.

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