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Guia JeansWear
Publicado em
7 de fev. de 2017
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Indústria têxtil e de confecção brasileira está otimista para 2017

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Guia JeansWear
Publicado em
7 de fev. de 2017

A ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), há alguns dias em sua sede, apresentou os números do mercado para este ano. Segundo a associação, temos boas notícias. Após dois anos de recessão, 2017 indica sinais de um início de recuperação do setor.

 
Os dados sinalizam um aumento na produção de vestuário de 1%, contra redução de 6,7% em 2016. O mesmo é indicado para a produção de têxteis (+1%, contra -5,3%, no mesmo período do ano passado). Faturamento do setor deve aumentar 4,6%.
 
Dentre os principais fatores para essa perspectiva estão a estimativa de que a economia brasileira voltará a crescer, mesmo que muito modestamente, a continuidade na redução das taxas de juros, alguma melhoria do mercado de crédito, inflação em patamar mais próximo do centro da meta e um aumento da confiança das empresas e do consumidor.

Para o presidente da Abit, Fernando Pimentel, "2017 continuará sendo um ano com muitas dificuldades e incertezas, tanto no âmbito nacional como no internacional. Porém, existem alguns sinais de melhoria graças às propostas já encaminhadas e àquelas a serem conduzidas pelo Executivo nas áreas da previdência, trabalhista, tributária e de desburocratização. A indústria está pronta para ativar a retomada que vier, e os setores têxtil e de confecção sempre reagem muito rapidamente".
 
Em relação ao Comércio Exterior, em 2016, as importações de têxteis e de confeccionados tiveram queda de 2,3% (totalizando 1.10 milhão de toneladas) e as exportações diminuíram 3,7% (199 mil toneladas). Para 2017, a perspectiva é de que o déficit da balança comercial seja de US$ 3.7 bilhões, com aumento de 10% nas importações (1.21 milhão de toneladas) e de 5% nas exportações do setor (209 mil toneladas).
 
Ainda na exportação, o segmento jeanswear é reconhecido e tem boa aceitação. Exemplo disso é a participação das tecelagens brasileiras na Colombiatex. As nossas tecelagens fazem produtos com qualidade muito bem-vindos ao mercado. É preciso exportar continuamente para obter um bom resultado. Quanto às marcas brasileiras é preciso ter um produto que transmita qualidade e inovação, como a Pat Bo, que está tendo uma boa aceitação no mercado internacional.
 
Após anos de intensa recessão, a perspectiva do setor têxtil e de confecção para 2017 é a geração de 10 mil postos de trabalho, ante a perda de 125 mil empregos em 2016 e 2015, sendo 25 mil e 100 mil, respectivamente.
 
Os investimentos também prometem subir. Em 2016, foi investido em máquinas e equipamentos cerca de R$ 1.67 bilhão (US$ 479 milhões), 25,5% menos que em 2015, quando o investimento foi de R$ 2.24 bilhões (US$ 671 milhões). Seguindo a expectativa de retomada para 2017, espera-se o aporte de R$ 1.75 bilhão (US$ 520 milhões).
 
Faturamento
O faturamento do setor têxtil e de confecção brasileiro em 2016 foi de R$ 129 bilhões (US$ 37 bilhões), valor 1,5% menor que o de 2015, em que o número foi de R$ 131 bilhões (US$ 39,3 bilhões). Para 2017, a perspectiva é de que o faturamento do setor têxtil e de confecção brasileiro seja de R$ 135 bilhões (US$ 40,2 bilhões), o que significa um aumento de 4,6% em relação a 2016.
 
Já o mercado de varejo de vestuário apresenta perspectiva de aumento de 2% (6.12 bi de peças) para 2017, que condiz a 120 milhões de peças sendo 50 milhões importados e 70 milhões confeccionadas no Brasil. Em 2016, o varejo apresentou queda de 10,7% (6 bilhões de peças) e, em 2015, de 5,6% (6.7 bilhões peças).
 
Outra boa notícia que promete aquecer o varejo é o Cartão BNDES para a compra de vestuário fabricado no Brasil, o que pode movimentar 2 bilhões de reais em vendas iniciais da confecção. Os compradores terão financiamento de até 48 meses e as confecções receberão à vista em cerca de 30 dias.
 
A medida resulta da colaboração técnica entre Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). As regras para utilização são as mesmas que já valem para outros produtos cadastrados no site da instituição.
 
Neste primeiro momento, em função da capacidade operacional do BNDES, serão 8.000 confecções que poderão aderir a este financiamento e vender suas peças ao varejo, pertencentes aos subsetores que confeccionam meias, malharia, tricotagem e moda íntima.

 
Paulatinamente, outros segmentos da confecção serão atendidos, contudo, já podem entrar no site e se cadastrar para obter o Cartão. Para detalhar as informações e sanar dúvidas, a equipe técnica do Banco irá ministrar palestras para os empresários em parceria com a Abit, tendo já realizado um encontro em São Paulo.
 
Para o presidente da Abit, Fernando Pimentel, "a medida é importante, pois é mais um instrumento de crédito para as empresas, num período em que esses recursos estão restritos e com custos elevados. Isso ajudará a aumentar a competitividade do setor e favorece a evolução dos negócios".
 
A Abit ainda promove diferentes workshops com assuntos interessantes para a indústria têxtil e de confecção. No próximo dia 14 de fevereiro é a vez do "Café com opinião - Uma agenda para o crédito", que ocorre das 08h00 às 11h00 com Roberto Luis Troster, economista e sócio da Troster & Associados que discutirá a importância de consertar a dinâmica dos financiamentos e ainda apresentará uma agenda com modificações radicais para alterar a intermediação de recursos.
 
No dia 22 de fevereiro é a vez do "Programa de regularização tributária - PRT", onde serão discutidas questões relacionados ao Programa de Regularização Tributária (PRT), instituído pela Medida Provisória nº766/2017. O Workshop acontece das 09h00 às 10:30h00.

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